Desde a criação do bitcoin em 2009 o número de ativos digitais explodiu, criptomoedas com as mais diversas funções, com tantas escolhas como podemos diversificar nesse mercado? Há alguma maneira de fazer isso facilmente? 

Procurando soluções para um problema que muitas pessoas encontram vou mostrar as opções mais práticas de diversificar no mercado de criptomoedas. 

1. Fundos de criptoativos 

Os fundos de criptoativos ficaram conhecidos no Brasil graças aos esforços da Vitreo e Hashdex, as duas maiores gestoras de ativos digitais no cenário nacional. 

Estes fundos estão disponíveis em grandes bancos como BB e Inter. Um exemplo é o Vitreo  Criptomoedas FIC FIM IE, disponível no Inter e que conta com uma alocação de 60% em bitcoin e 20% em altcoins.  Ele busca acompanhar ideias do relatório “Exponential Coins”, divulgado pela Empiricus para tomar decisões referentes à carteira do fundo. 

O fundo conta com uma taxa de administração de 1,5% e uma aplicação mínima de R$5.000,00, com prazo de D+13 dias úteis para liquidação do ativo (para o saldo ficar disponível na sua conta). 

Sendo que 5% do patrimônio líquido do Vitreo  Criptomoedas FIC FIM IE pode ser aplicada em títulos federais e outros investimentos em renda fixa. 

2. Blue Token – Blue

O Blue é a maneira mais fácil de diversificar para você que já tem bitcoin ou ether (ethereum). Ele foi criado pela Stratum, empresa fundada por um dos maiores investidores do mercado de criptoativos brasieliro, o empresário Rocelo Lopes. 

Composto por uma cesta de 14 cripatoativos, incluindo as top 10 criptomoedas por valor de mercado e 4 outras com grande potencial, o Blue também conta com outros recursos como:

  • Sistema de votos para a escolha de 2 criptoativos;
  • Poderá ser transferido livremente para qualquer wallet usando o blockchain;
  • Permite transferências entre carteiras Blue;
  • Permite a participação em airdops e hardforks importantes de acordo com a avaliação de segurança e outros fatores;
  • Tem um programa de refer;

Além disso, ele é a única opção para quem quer garantir a privacidade na diversificação de criptoativos, pois permite a compra apenas utilizando um e-mail e senha. O token conta com uma tee de custódia (2%) e de trading (6%).

3. ETF

Um Exchange Traded Fund (ETF) é negociado diretamente em corretoras e pode ser liquidado para outro comprador diretamente, diferente dos fundos comuns onde a liquidação é feita pelo gestor. 

Um ETF tem a vantagem de acompanhar um índice de forma passiva, ou seja, terá  uma interferência mínima do gestor, enquanto a maioria dos fundos comuns contam com a gerência ativa. 

Ainda não temos as taxas e condições dos ETFs já aprovados pelos órgãos reguladores brasileiros, mas sabemos que teremos ETFs de diversos sabores – incluindo um apenas de bitcoin e outro diversificado em criptoativos. 

Entenda mais sobre os ETF na live com CEO da Qr Capital:

4. Compre e diversifique você mesmo

Se você tem a disposição para acompanhar todas as notícias do mercado cripto, rebalancear sua carteira e tomar cuidado com a gestão e segurança dos próprios fundos, então talvez seja interessante você criar sua própria carteira de ativos digitais. 

Algumas carteiras como a Exodus e o app da Blockfolio te ajudam no tracking dos trades, gravando dados relevantes como preço da compra e porcentagem de ativos na carteira e ganhos no período. 

Serviços como Novadax, Binance, Bitpreço, Foxbit e Alter e Stratum podem facilitar o momento da sua compra, cada uma delas conta com vantagens e desvantagens por isso indicamos testar todas para ver qual serviço atende às suas necessidades. 

Gostou do nosso guia de diversificação no mercado de criptoativos? Tem alguma sugestão? Deixe nos comentários. 

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