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Com o preço do BTC explodindo para novas máximas de preço no início do ano, a popularidade do ativo cresceu globalmente. As pesquisas no Google por “Bitcoin” alcançaram o recorde em vários países, incluindo Chile, Nigéria, Argentina e Colômbia. Curiosamente, os volumes de negociação da maioria desses países também aumentou recentemente.

Embora as pesquisas mundiais do Google pela criptomoeda principal não tenham atingido um novo recorde histórico em meio ao recorde de preço do BTC a US$ 42.000, os cidadãos de pelo menos quatro países aumentaram suas pesquisas pela criptomoeda para níveis recordes.

Busca por ‘bitcoin’ na Argentina nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.
Busca por ‘bitcoin’ na Argentina nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.
Busca por ‘bitcoin’ no Chile nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.
Busca por ‘bitcoin’ no Chile nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.
Busca por ‘bitcoin’ na Colômbia nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.
Busca por ‘bitcoin’ na Colômbia nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.
Busca por ‘bitcoin’ na Nigéria nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.
Busca por ‘bitcoin’ na Nigéria nos últimos 5 anos. Fonte: Google Trends.

E esse crescente interesse não se resume apenas às buscas do Google. Os dados de negociação de plataformas p2p mostram que as populações desses países estão de fato negociando mais a criptomoeda. A Nigéria se tornou recentemente o segundo maior mercado de Bitcoin P2P do mundo. 

Por conta do grande número de desbancarizados, a criptomoeda torna-se uma alternativa para muitas pessoas em países pobres que não possuem acesso a um sistema financeiro. Estima-se que somente no Brasil existam 45 milhões de pessoas nessa condição.

Além dos altos volumes de comércio no país africano, o BTC teve um aumento de popularidade em vários países da América do Sul. Os volumes de negociação da LocalBitcoins na Colômbia subiram para o segundo nível mais alto durante a primeira semana de janeiro, perdendo apenas para a semana anterior a 2020.

Além da expansão do preço do BTC, o interesse também pode ser atribuído às incertezas econômicas causadas pela pandemia de COVID-19 e às medidas tomadas pelos governos na tentativa de gerir a crise.

O volume de negociação de Bitcoin P2P atingiu um novo ATH (all time high, ou “alta histórica”) no início de janeiro no Chile. A nação também sofreu as consequências financeiras da pandemia de COVID-19. O banco central publicou um relatório no ano passado projetando o pior PIB em 35 anos.

No entanto, o chanceler Andres Allamand recentemente reafirmou que o país possui “solidez macroeconômica e fiscal” para garantir uma recuperação parcial em 2021.

Embora os volumes de comércio na Argentina não tenham alcançado os máximos de meados de 2020, o país também desfrutou de um aumento constante nas alocações de BTC. O PIB da Argentina também sentiu os efeitos adversos do vírus, diminuindo 10% apenas no terceiro trimestre.

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