Coingoback

Nunca na história o preço do Bitcoin esteve tão alto, ultrapassando a marca de US $20.000. Contudo, existem sólidos motivos para acreditar que o Bitcoin não vai parar por aí.

Para o especialista em criptomoedas da Empiricus, André Franco, o Bitcoin atingiu um patamar completamente novo este ano e uma multiplicação de 5 vezes pode ser uma aposta conservadora para 2021. E é por isso que a empresa pretende dar bitcoins de presente para os seus próximos 500 assinantes.

Quer saber mais como isso vai funcionar? Só acessar este link.

Conforme relatamos em outra oportunidade, Franco possui um histórico consistente de acertos com recomendações e airdrops de criptomoedas. Mas essa é apenas a segunda vez que ele pretende fazer isso com bitcoin.

Em 25 de abril de 2020, com o bitcoin custando por volta de R$41.000 nas corretoras brasileiras, Franco deu bitcoins de presente para assinantes a fim de promover a Empiricus. Desde então, a cotação mais do que dobrou e quem seguiu a recomendação de compra teve ganhos ainda maiores.

Porém, a intenção com os presentes também foi de apresentar esse mercado completamente novo para investidores que, de outra forma, não teriam experimentado ganhos tão altos sem arriscar o próprio dinheiro.

Além disso, o analista financeiro explicou os motivos para o Bitcoin continuar subindo, mostrando um potencial de 400% para o próximo ano. Segundo ele, não há razões para não ter bitcoin em um momento como esse.

5 motivos para ter bitcoins

Em vídeo, André Franco lista diversas razões convincentes para qualquer investidor se expôr ao mercado de bitcoin o mais rápido possível. Sendo o primeiro o mais óbvio, o analista pretende entregar lotes de BTC de presente para os assinantes.

1) Airdrop da Empiricus

A ideia é simples e já foi repetida com sucesso inúmeras vezes por Franco, quando o estudo em torno do ativo encontra um potencial de valorização significativo, uma reserva do orçamento do marketing compra lotes da criptomoeda para uma espécie de airdrop aos assinantes.

A entrega inicial resolve dois problemas principais: a dificuldade que o cliente pode ter ao tentar comprar o criptoativo por conta própria, e a possibilidade de perder capital próprio com o investimento.

Após a sua familiarização com a criptomoeda e a leitura da análise, você fica livre para escolher aumentar os aportes em Bitcoin ou se manter apenas com as unidades ganhas.

Já o segundo motivo para você pensar em adquirir bitcoins tem relação com algo há muito tempo esperado pelos investidores de criptomoeda. E isso pode mudar o futuro do mercado para sempre, entenda.

2) Investidores institucionais impulsionando a adoção

O ano de 2020 marcou a vinda de dinheiro institucional para o mercado de criptomoedas. Os investimentos da Microstrategy e o aumento significativo de capital através da Grayscale Bitcoin Trust podem ser apenas a ponta do iceberg de uma tendência muito maior.

Uma pesquisa feita com investidores institucionais que coletivamente ajudam a gerir mais de US $78 bilhões, indicou que 26% acredita que nos próximos 5 anos os escritórios familiares, fundos de pensão, seguradoras e fundos soberanos devem aumentar dramaticamente suas posições em criptomoedas.

O bilionário investidor Raoul Pal insiste em dizer que “quase ninguém nas criptomoedas entende o tamanho dos mercados financeiros”. E essa é uma verdade, o Bitcoin, apesar de já possuir uma capitalização de mercado de US $385 bilhões, já sendo maior que empresas multinacionais como a Mastercard e instituições financeiras como a JPMorgan, a criptomoeda ainda é muito pequena se comparada a outros mercados.

Por conta disso, o seu potencial de valorização torna-se mais atraente. Um recente relatório da JPMorgan afirma que US $600 bilhões podem fluir para o bitcoin caso seguradoras sigam o exemplo da MassMutual, empresa americana que comprou US $100 milhões em Bitcoin.

Segundo o banco, caso as empresas de seguro dos Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido e Japão alocassem 1% do seu patrimônio no Bitcoin, isso representaria US $600 bilhões a mais alocados na criptomoeda, mais do que o atual valor de mercado total do Bitcoin.

3) Choque de oferta e um novo ciclo

Este ano foi palco de um evento muito importante para o Bitcoin, o halving. Se trata de uma atualização que ocorre na rede do Bitcoin de 4 em 4 anos, cortando pela metade a taxa de emissão de novas moedas.

Em 11 de maio a taxa de emissão passou de 12,5 bitcoins a cada bloco para 6,25 btc. Essa diminuição deixou a criptomoeda com uma taxa de inflação anual em torno de 1,8% ao ano. 

Vale notar que halvings costumam criar novos ciclos de mercado, que geralmente ocorrem no ano seguinte ao evento. Confira os ciclos anteriores:

Ciclos de mercado após o halving

Desde o dia 11 de maio, o bitcoin valorizou cerca de 48% e, dado o histórico, há espaço para uma valorização exponencialmente maior para o ano de 2021. 

No entanto, é importante frisar que valorização passada não garante retornos futuros. Mesmo assim, é interessante perceber a correlação da subida com o choque de oferta que o halving entrega ao mercado.

Agora, depois da pandemia de covid-19 e a crise econômica, os bancos centrais passaram a flexibilizar ainda mais suas políticas econômicas e emitindo massivas quantias de dinheiro na tentativa de reaquecer a economia.

Esse movimento no mercado global, completamente oposto ao que acontece no Bitcoin, pode ser também um catalisador para esse novo ciclo de alta no preço do bitcoin. 

4) “Vai faltar bitcoin”

Somando os motivos anteriormente citados, do aumento da demanda e do choque de oferta, tudo indica que uma escassez de bitcoins atinja os mercados.

Por volta de novembro, após a PayPal ofertar a compra de BTC no próprio aplicativo para seus mais de 300 milhões de clientes, a Pantera Capital relatou que a quantidade de bitcoins à venda diminuiu consideravelmente em relação à demanda nas exchanges.

Desconsiderando os prováveis milhões de bitcoins já perdidos, são 18.572.826 moedas existentes na rede Bitcoin no momento da escrita desta matéria, o que significa que faltam apenas 2,4 milhões de unidades a serem mineradas. 

E depois acabou, só sobrará as taxas de transações como recompensa ao trabalho dos mineradores.

Os próprios investidores de Bitcoin estão percebendo isso e segurando ainda mais seus bitcoins com a crença de que eles valerão ainda mais no futuro. 

Prova disso é a quantidade de moedas que está parada há mais de um ano, que segundo dados do Lookintobitcoin está por volta de 61% da rede, próximo de seus maiores níveis.

1Y+ HODL wave
Em azul e preço do Bitcoin e em amarelo a porcentagem de bitcoins parados há pelo menos um ano. Note que há a sugestão de uma correlação inversa no gráfico. Fonte: Lookintobitcoin.

“Vai faltar bitcoin”, disse Franco, que acrescentou: “quem já estiver posicionado, ainda está em tempo de ganhar muito dinheiro.”

Por fim, o analista da Empiricus explicou sobre a assimetria de ganhos do Bitcoin, que mostra um espaço para ganhos muito maiores que as possibilidades de perda. Com um balanceamento de carteira adequado, existe muito a ganhar com a diversificação em bitcoin.

5) Assimetrias de ganhos

Franco demonstrou com exemplos práticos como um aporte responsável na criptomoeda pode melhorar o desempenho de uma carteira de investimentos. Se imaginarmos 3 investidores com perfis diferentes, onde:

  1. Um mais conservador concentra todo o dinheiro em CDI (renda fixa);
  2. O segundo, mais sofisticado, aloca 30% na bolsa de valores e 70%;
  3. E um perfil arrojado que diversifica 5% em bitcoin, 25% em bolsa e 70% em CDI.

E cada um tivesse R $100.000 para investir, este seria o resultado de 2020 para as três pessoas, veja abaixo.

cenário real onde o investidor de bitcoin ganhou mais

Isso se deve a dinâmica descorrelacionada às demais classes de ativo, de acordo com Franco. No entanto, muitos temem uma queda forte do criptoativo, por conta de sua alta volatilidade, e isso é realmente possível. Por isso, ele mostrou um cenário hipotético onde bitcoin caísse pela metade e a bolsa subisse 30%.

cenário hipotético para os 3 investidores

O resultado ainda bem positivo, principalmente em relação ao investidor 1, demonstra o que é a assimetria de retornos. Pouco a perder e muito a ganhar. Mesmo que o ativo caísse em 100%, o que é extremamente improvável, o investidor arrojado ainda teria R $104.334.

Quero entender mais e investir em criptoativos!

Já o potencial de crescimento, por outro lado, é praticamente ilimitado. Segundo o analista, uma alocação de 1% do patrimônio em criptomoedas é mais do que suficiente para ter a chance de multiplicação de dinheiro sem colocar muito a perder em eventuais quedas de mercado.

Quero entender mais e investir em criptoativos!

Para o analista, não há exagero algum em apostar no Bitcoin como principal investimento da próxima década. Mas qual a sua opinião sobre os motivos citados para adquirir bitcoins o mais rápido possível? Deixe seu comentário abaixo.


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