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Bancos insistem em financiar petróleo e gás, enquanto a rede Bitcoin torna-se cada dia mais verde

Bancos insistem

A polêmica discussão sobre o impacto da rede Bitcoin no meio ambiente não está mais em pauta, já que as declarações de Elon Musk no twitter agora se concentram em fotos de cachorrinhos e também a mídia internacional está mais preocupada com os riscos inflacionários pelo mundo – e com razão. 

É certo também que, quanto mais fundo se chega nesse tema, percebemos que o impacto da rede Bitcoin no meio ambiente não se compara com o gasto de energia do sistema bancário. Entretanto, para piorar a situação dos bancos e da catástrofe climática profetizada pelos ambientalistas, algumas instituições bancárias não estão convencidas em deixar de custear os novos projetos de prospecção de petróleo, gás e carvão neste ano. 

Bancos insistem em financiar petróleo e gás

A poucas semanas das conversações climáticas da CoP-26, marcadas para novembro em Glasgow, Escócia, os bancos têm resistido em se comprometer com o plano estratégico para cortar emissões de gases-estufa a fim de alcançar uma meta líquida de emissões zero até 2050.

As conversações da CoP-26 vão se concentrar nas regras para concretizar as disposições do Acordo de Paris, com o papel do financiamento na mudança climática ocupando o centro das discussões.

Para estimular grupos financeiros a cessar o financiamento a empresas de combustíveis fósseis, uma iniciativa encabeçada pelo economista Mark Carney, ex-presidente do Banco da Inglaterra (BoE), enfrenta dificuldade para convencer os principais bancos a concordar em deixar de custear os novos projetos de prospecção de petróleo, gás e carvão neste ano, segundo mensagens internas do “Financial Times”. 

Carney, ex-presidente do BoE, defende que bancos deixem de financiar novos projetos de prospecção de petróleo, gás e carvão — Foto: Simon Dawson/Bloomberg

“As empresas financeiras não conseguirão alcançar economias sustentáveis sozinhas – são necessárias políticas climáticas claras, confiáveis e ambiciosas dos governos do G-20”, disse Carney, o atual enviado especial da ONU para ação climática e finanças. “As próximas semanas desta década decisiva vão ajudar a determinar se evitaremos ou não a catástrofe climática”.

Muitos dos 59 bancos que aderiram à iniciativa de Carney preferem adotar metas derivadas de pesquisas sobre cenários do aquecimento global realizadas pelo Painel Internacional sobre Mudança Climática (IPCC, nas iniciais em inglês), um órgão científico da Organização das Nações Unidas (ONU), não diretivo, e que deixariam espaço para manter o financiamento ao setor de petróleo e gás.

A iniciativa de Carney, a Aliança Financeira de Glasgow pela Meta Líquida Zero (Gfanz, nas iniciais em inglês) foi formada em abril, atraindo apoio de quase 300 instituições financeiras, com US$ 90 trilhões em ativos destinados a estimular os maiores bancos e instituições financeiras do mundo a se comprometer em alcançar a meta líquida de emissões zero até 2050 a fim de limitar o aquecimento global.

Bitcoin torna-se mais verde 

Enquanto a vanguarda do sistema financeiro ainda insiste em financiar combustíveis fósseis, a rede do Bitcoin avança em territórios mais ecológicos. Já que para fugir das repressões da China contra a mineração, a taxa de hashrate do Bitcoin agora se distribui entre países com mais fontes de energia renováveis.

Além disso, o primeiro relatório do Conselho de Mineração do Bitcoin (BMC) já revelou que a mistura de eletricidade sustentável da indústria de mineração cresceu para aproximadamente 56%, durante o segundo trimestre de 2021 – o que a torna uma das indústrias mais sustentáveis do mundo.

De acordo com dados da Universidade de Cambridge, apenas os aparelhos eletrônicos domésticos que sempre ficam na tomada mas não são usados gastam mais do que a rede Bitcoin todos os anos. 

Sendo assim, se os grandes pools de mineração do Bitcoin continuarem a busca por fontes de energia renováveis em vez das minas de carvão da China, o bitcoin estará sempre um passo à frente dos bancos.  

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