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Bitcoin sobe e pode chegar a US$ 138 mil | Fast News

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📈 Bitcoin volta a subir — e não está sozinho.

Depois de uma semana de incertezas no mercado global, o Bitcoin retomou a faixa dos US$ 105 mil e reforça a confiança dos investidores com projeções ousadas: a 21Shares vê potencial para o BTC chegar a US$ 138 mil ainda em 2025.

Na edição de hoje:

🚀 Bitcoin volta aos US$ 105 mil — e pode ir muito além 

🏦 CEO do JP Morgan muda o tom e libera Bitcoin para clientes
📊 Aave atinge US$ 30 bilhões em TVL e arrecada US$ 1 milhão por dia em taxas
🌍 Ripple lança solução de pagamentos com stablecoins no Oriente Médio
🎓 Aprendizado do Dia
🎯 Missões do Cointimes

🤣 Meme do Dia

🚀 Bitcoin volta aos US$ 105 mil — e pode ir muito além 

A semana começou quente nos mercados cripto. Após uma abertura com quedas puxadas pelo rebaixamento da nota de crédito dos EUA pela Moody’s, o Bitcoin mostrou resiliência e voltou a subir, superando novamente a marca dos US$ 105.000.

📉 Pela manhã, o BTC chegou a cair até os US$ 102 mil, mas se recuperou com força ao longo do dia. Já o Ethereum retomou os US$ 2.500, enquanto altcoins como AAVE brilharam, mesmo com o mercado ainda misto.

Mas o mais interessante não está no presente, e sim no que vem pela frente.

💬 Segundo a gestora 21Shares, o BTC pode atingir US$ 138.500 ainda em 2025, com uma alta de mais de 35% a partir dos níveis atuais. E o motivo não é “hype” ou euforia de varejo: são os fluxos institucionais, a escassez de oferta e a maturidade do mercado.

O que está puxando o Bitcoin pra cima?

ETFs de Bitcoin seguem absorvendo mais BTC do que a quantidade minerada diariamente — o que causa uma pressão de compra real.
Empresas como Strategy e Twenty One Capital estão acumulando BTC de forma estratégica.
Governos e estados começam a explorar reservas de Bitcoin como forma de proteção.
✅ O rebaixamento da nota de crédito dos EUA, mesmo sem impacto imediato nos preços, acende um alerta sobre a fragilidade do sistema tradicional.

📊 Enquanto os olhos do mercado estavam nos títulos do Tesouro americano, o Bitcoin voltou a se posicionar como porto seguro digital, mais uma vez provando por que vem sendo tratado como reserva global de valor.

🧠 E não se esqueça: toda vez que o BTC se estabiliza em patamares mais altos, é questão de tempo até o capital migrar para as altcoins… E o ciclo se repetir.

Principais Notícias

🏦 JP Morgan vai liberar compra de Bitcoin para seus clientes:

Jamie Dimon, CEO do JP Morgan e crítico histórico do Bitcoin, afirmou que o banco permitirá que seus clientes comprem BTC — embora não faça a custódia. A mudança sinaliza um avanço da adoção institucional, mesmo entre os maiores céticos do setor bancário..Leia mais aqui.

💰 Aave movimenta US$ 1 milhão por dia em taxas e lidera novo ciclo do DeFi: Com US$ 30 bilhões em valor travado e US$ 10 bilhões em empréstimos ativos, a Aave sinaliza uma retomada do mercado DeFi. A busca por rendimento sustentável volta a ganhar força no Ethereum com o protocolo no centro da nova onda. Leia mais aqui.

🌍 Ripple lança sistema de pagamentos blockchain nos Emirados Árabes: A Ripple ativou sua plataforma de pagamentos internacionais em blockchain no Oriente Médio. Com apoio do Zand Bank e da fintech Mamo, a iniciativa combina stablecoins, criptomoedas e moedas fiduciárias — e posiciona a região como um polo estratégico para a adoção cripto global. Leia mais aqui.

📚 Aprendizado da Fast News

O que significa o rebaixamento da nota de crédito dos EUA — e por que isso importa para o mercado?

Na última sexta-feira (17), a agência Moody’s rebaixou a nota de crédito dos Estados Unidos de Aaa para Aa1. Pode parecer um detalhe técnico, mas esse tipo de decisão tem peso enorme nos bastidores do mercado global.

A nota de crédito é como um “score” financeiro que indica o grau de confiança que os investidores têm na capacidade de um país honrar suas dívidas. Um rebaixamento significa que os riscos aumentaram — e isso pode gerar efeitos em cadeia.

🔍 Por que o rebaixamento aconteceu?
Segundo a Moody’s, o principal motivo foi o crescimento da dívida pública dos EUA sem um plano concreto para redução de gastos ou equilíbrio fiscal.

Com juros altos e déficits constantes, o país passa a exigir mais confiança dos investidores — e essa confiança está abalada.

💥 E os impactos no mercado?

  • Aumento dos juros nos títulos do Tesouro: investidores exigem retornos maiores para aceitar o risco extra.
  • Pressão sobre ações e criptoativos: em momentos de incerteza, muitos saem de ativos de risco — mas…
  • O Bitcoin pode se beneficiar: como ativo escasso e alternativo, ele tende a atrair quem quer fugir de governos endividados ou moedas em risco.

📈 Foi exatamente o que vimos: apesar do susto inicial, o Bitcoin voltou a subir e retomou os US$ 105 mil.

No fim das contas, o rebaixamento da nota de crédito dos EUA acende um alerta global — e reforça o motivo pelo qual o mercado cripto existe: descentralização, escassez e autonomia financeira.

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