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A dívida bruta brasileira deve se aproximar de 96% do PIB no final de 2020, ficando somente atrás da Venezuela (230% do PIB) e Angola (110%) entre os emergentes.

A média de endividamento dos países emergentes é de 53% do PIB, em 2019 o Brasil fechou com 76% segundo o Banco Central. E isso impacta diretamente no seu bolso.

Devido aos gastos descontrolados e problemas burocráticos, a carga tributária brasileira é também superior à média dos países emergentes. Enquanto no Brasil pagamos 33% do PIB em tributos, a média dos emergentes é de 23%.

A agenda precisa ser mais ousada

Os números foram divulgados nessa quarta-feira pelo subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal do tesouro Nacional, Pedro Juca Maciel.

Para Maciel, o governo precisa de uma agenda de reformas mais ousadas:

“É preciso estabelecer agenda ainda mais ousada de reformas e de modernização da economia brasileira para endereçar o equacionamento dessa crise e do problema que o Brasil já tinha, e vinha caminhando, crise foi só um fator a mais para a urgência de tomar medidas mais ousadas que havíamos previsto para o equacionamento do problema fiscal e econômico”, declarou.

Curiosamente, a declaração foi feita na mesma semana que completou 1 ano em que Paulo Guedes disse que iria enviar a proposta de reforma tributária e fiscal na “semana que vem”. A semana que vem não chegou, mas a dívida terá que ser paga.

Para se ter, uma ideia a Grécia quebrou com 108% do PIB comprometido, enquanto em países desenvolvidos como o Japão continuam com uma dívida de 200% do PIB ou acima de 100%

Será esse o mesmo destino do Brasil? O que podemos fazer é nos proteger da ingerência pública, com as dicas de Luis Stuhlberger do Fundo Verde.


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