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Como os brasileiros se saíram no mercado de criptomoedas em 2020 em comparação com outros países? Uma pesquisa da Chainalysis mostrou os ganhos realizados pelos brasileiros no ano passado.

O ano de 2020 foi realmente importante para o bitcoin, muitos investidores institucionais entraram no mercado. Geograficamente, como os países aproveitaram a entrada desse novo dinheiro no mercado? 

Brasil, o melhor da América Latina

Segundo a empresa de análises Chainalysis, o Brasil está no top 25 dos países que mais realizou ganhos com bitcoin em 2020, sendo o melhor da América Latina, mas ainda atrás de nações com economias menores como Vietnã e Ucrânia. Como esses países superaram o Brasil?

O Vietnã, por exemplo, conta com um PIB de apenas US$262 milhões em comparação com os incríveis US$1,3 trilhão do Brasil. Contudo, o país asiático conseguiu diminuir a pobreza extrema de 70% da população para menos de 6% e tem se industrializado rápido, mas o mais importante é que a comunidade de criptomoedas é realmente forte e grassrots – a 10° no Índice Global de Adoção

Apesar disso, o Brasil apresentou números parecidos com a Itália, Turquia e superiores ao da Índia. Ao todo os brasileiros ganharam (realizaram) R$1,5 bilhão em 2020 com bitcoin.

A maior surpresa não foi o Brasil ou o Vietnã e sim os Estados Unidos, a potencial global realizou US$4 bilhões em ganhos. 

“Isso pode parecer surpreendente considerando que a China historicamente tem de longe o maior volume de transações brutas de criptomoedas, mas como cobrimos anteriormente, as bolsas focadas nos EUA viram enormes entradas em 2020 que parecem ter sido realizadas no final do ano, o que provavelmente explica os grandes ganhos do país.”

– explica a empresa de análises

O estudo foi feito graças a enorme transparência do bitcoin e a capacidade da empresa ChainAlysis de identificar entidades como exchanges e usuários únicos por métodos estatísticos.

“Medimos os fluxos on-chain para cada exchange de criptomoedas, e aproximamos os ganhos totais de dólares dos EUA feitos sobre o ativo em questão (Bitcoin neste caso) medindo as diferenças no preço do ativo no momento em que foi retirado da plataforma versus quando foi recebido. Em seguida, distribuímos esses ganhos (ou perdas) por país com base na participação do tráfego web que cada país contabiliza no site de cada exchange”

O estudo sugere que o bitcoin deu acesso a um ativo de alta performance para os mercados emergentes, que de outra forma não teriam acesso. 


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