O CEO da Bitfy, Lucas Schoch, não começou agora no mercado de bitcoin com a sua carteira facilitadora de pagamentos. Schoch iniciou nesse mercado em 2011, porém ele não era holder nem pensava em especulação futura de preço do Bitcoin. Ele estava interessado em outra coisa: World of Warcraft. Veja a história que ele contou no podcast Conexão Satoshi #16.

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Entre bitcoins perdidos e gastos em WoW, foram mais de R$ 100 milhões na cotação atual do BTC

O Bitcoin, criado em 2009, estava ainda na sua infância quando era comumente chamada de “moedinha de jogo”. Ela era utilizada apenas por alguns grupos de nicho e não era nada fácil participar da rede. Na época, carteiras de celular como conhecemos hoje nem existiam.

“Wallet é um negócio muito recente, naquela época você rodava um script que te dava dois hashes, que era sua chave pública e privada. Aí você usava a chave pública para gerar os endereços que você podia receber [btc] e usava a privada para fazer assinatura das transações que você queria transmitir posteriormente.”, disse Schoch.

Hoje, explica ele, tudo isso acontece ainda mas com apenas um botão de “enviar”. A evolução da experiência de usuário para utilização de Bitcoin é algo absolutamente incrível, e tem sido um dos motivos para o seu enorme crescimento nos últimos anos.

No início da rede, porém, muitos erros eram cometidos que causavam perda dos fundos. “Eu minerei 10, 20, 30, 40 bitcoins para lugares que eu nem tinha mais salvo em um notepad. Eu salvava tudo em um notepad para você ver como era ‘hiper seguro’, né?”

Outro erro comum na época, e cometido também por ele, era jogar fora carteiras com saldo achando que já tinha mandado os bitcoins para outro endereço. Você precisava assinar transações e depois transmiti-la para a rede pelo seu full node de Bitcoin, mas o que poderia acontecer era uma falta de sincronização com o resto da rede.

“Ele falava que tinha feito o ‘broadcast’, e não tinha feito. Como não confirmava em outros lugares, sumia a sua transação.”, disse ele. E para piorar, exploradores de blocos como o Blockchair não existiam. “Aí você achava que já não tinha mais bitcoins naquela carteira e jogava ela fora.”

Fora todas as moedas perdidas, foram muitos bitcoins gastos em itens no World of Warcraft, jogo online do gênero MMORPG. Lucas só foi descobrir o quanto ele tinha deixado de ganhar em 2013, com o bullrun que ocorreu naquele ano.

“Quando eu descobri que eu tinha gasto mais de 1200 BTC em itens do Warcraft, em 2013, eu acabei ficando extremamente frustrado. Aquele ano foi bem difícil para mim. Só que eu comecei a entender como aquela tecnologia estava se valorizando.”

Trazendo a valor presente, aqueles bitcoins gastos no jogo valeriam +- US$ 21 milhões, mais de 100 milhões de reais.

E então ele teve a ideia de empreender no mercado no sentido de facilitar o uso do Bitcoin.

“Se com essa dificuldade, que só o gordinho do Warcraft consegue fazer uma transação, e ainda perde dinheiro para caramba nisso, o Bitcoin chegou a valer US$ 1.000, é porque esse negócio vai valer muito dinheiro quando tiver uma experiência de usuário decente.”

Experiência de usuário melhorou de forma absurda desde então

Hoje, com carteiras como a Bitfy, utilizar bitcoins é tão fácil quanto clicar alguns botões. Fora o fato de que quase qualquer produto ou serviço pode ser pago utilizando a criptomoeda. Bitcoin como a sua principal moeda do dia a dia já pode ser uma realidade.

Além disso, você pode aproveitar o período promocional em que o app se encontra para uma chance de receber de R$ 1.000 a R$ 5.000 direto na carteira de bitcoin. Veja mais no artigo “Carteira de Bitcoin brasileira vai distribuir milhares de reais em criptomoedas e prêmios“.

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