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Com alta de 600% em 1 ano, Ethereum é a nova “empresa” negociada na B3

Ethereum B3
Ao contrário do Bitcoin, uma espécie de “ouro digital”, o Ethereum vem chamando a atenção pelo seu caráter centralizado e possibilidade de se tornar uma empresa com soluções em cripto e blockchain. Agora é possível encontrá-lo na B3.

Lançado nessa quarta-feira, 04, o QETH11 se tornou o primeiro ETF 100% de Ethereum da América Latina.

Assim como o QBTC11, ETF de Bitcoin, o ETF garante a investidores institucionais a compra do ativo por meio do Homebroker, permitindo acesso a um número crescente de investidores.

Fundado em 2015, o Ethereum se tornou a segunda maior criptomoeda ao propor inovações em relação ao Bitcoin. Enquanto o primeiro é visto hoje como “reserva de valor”, ou uma espécie de “ouro 2.0”, o ETH busca se tornar uma “Microsoft Cripto”, ou seja, uma empresa que provê serviços a diversas aplicações utilizando blockchain.

Assim como a empresa fundada por Bill Gates, as decisões do ETH são centralizadas, o que garante uma certa vantagem na tomada de decisões.

Apenas no último ano, a rede ETH viu um aumento expressivo de transações envolvendo as chamadas “DeFi”, ou finanças descentralizadas na sigla em inglês, e nas NFT, os tokens não fungíveis (únicos e não replicáveis).

Tais inovações que se utilizam da rede podem ser comparadas a serviços comuns, prestados por empresas como a própria Microsoft. A diferença, claro, está na tecnologia blockchain passível de verificação, por se tratar de uma rede aberta.

Para simplificar: é como se a Azure, a empresa de computação na nuvem da Microsoft fosse a Blockchain do ETH e os bancos que a utilizam pagassem pelo seu uso não em dólar, mas em uma moeda criada pela própria Microsoft.

De fato, é possível encontrar aplicabilidades similares em outras Criptos, como o próprio Bitcoin. No caso do Ethereum entretanto, por se tratar de uma empresa centralizada, este tipo de produto se tornou o centro das atenções.

A aposta de que novas aplicações surgirão dentro da rede não é lá das mais difíceis de se analisar. Basta olhar em retrospecto o avanço das já existentes e ver a relevância que uma blockchain aberta pode causar em termos de redução de custos.

As DeFi, também empresas centralizadas, reduzem dramaticamente a burocracia e o custo em serviços financeiros em relação a bancos tradicionais.

Já as NFTs, criam uma possibilidade nova em um universo de serviços e entretenimento que está se tornando cada vez maior no planeta.

A aplicabilidade ao setor de games, por exemplo, fez as NFTs negociarem cerca de $1,2 bilhão em julho deste ano. Boa parte na rede Ethereum.

Com o novo ETF na B3, a bolsa brasileira, o investidor brasileiro passa a ter a possibilidade de adquirir uma participação nesta “empresa”, que tem se tornado um Hub de inovação no eco-sistema tech, cripto e financeiro, e que, apenas nos últimos 12 meses apresenta uma valorização de 600%.

O QETH11 pode ser encontrado em todos os homebrokers e têm uma taxa de administração de 0.75% ano.

Dentre as vantagens, além do ambiente regulado e auditado, distinto de boa parte das exchanges, estão a praticidade e a segurança no investimento.

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