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mercado cripto aqui no Brasil está em crescimento a cada dia que passa, com uma comunidade cada vez mais forte e pessoas abertas a conhecer mais sobre o assunto e entrarem de cabeça no universo dos criptoativos. Mas, ao redor do mundo, nem sempre é assim.

Flávia Jabur recebe, direto de Portugal, Cátia Azenha, especialista em criptomoedas, e elas conversam sobre como é o cenário do mercado cripto fora do Brasil, como é a busca e o interesse por criptoativos, principalmente no país dela!

Qual a diferença no mercado cripto de Portugal e do Brasil?

grande diferença entre brasileiros e portugueses com relação ao mercado cripto é que a população brasileira é bem menos conservadora com relação à portuguesa, se mostrando mais abertos a buscar informações sobre criptomoedas, investimentos em cripto e mais. Tanto que a própria Cátia diz que seu público é bem 50/50 em relação a brasileiros e portugueses.

Ela aponta que, até pouco tempo, era a única mulher falando de cripto em seu país, mas, mesmo pensando nos homens que falam do assunto em Portugal, não chega nem perto se comparado com o Brasil. Aqui temos bastante mulheres e uma infinidade de homens que estão dispostos a falar de criptomoedas e ensinar seu público.

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Falando em ensinar, é outro ponto que Cátia destaca como uma grande diferença entre os dois públicos. Ela diz que já ouviu, por várias vezes, frases como “Eu não tenho que ensinar nada a ninguém, quem quiser que aprenda” vindas das pessoas de Portugal.

Além disso, ela também diz que a “falta de interesse” dos portugueses em relação a criptomoedas está muito ligada a forma como a economia no país funciona. Como a economia na Europa é, geralmente, mais estável que a do Brasil, as pessoas se encontram em posições bastante confortáveis e sem vontade de arriscarem em investimentos “duvidosos”, que é como muita gente vê o mercado cripto.

Por que criar uma comunidade fortalecida nesse universo?

Cátia e Flávia dizem que é super importante criar uma comunidade fortalecida no mercado cripto de Portugal, para auxiliar aqueles que buscam dar os primeiros passos no investimento em criptomoedas e abrir os olhos daqueles que ainda estão muito confortáveis financeiramente ou não sabem das oportunidades que criptoativos podem representar em suas vidas.

Não adianta as pessoas entrarem de cabeça no mercado cripto se não souberem os melhores caminhos e entenderem como ele se movimenta. E é papel das pessoas que entendem bastante sobre o assunto educarem esses novos investidores e futuros entusiastas de cripto para que a comunidade se fortaleça a cada dia.

Cátia e Flávia ainda levantam, durante o bate-papo, como ser mulher no mercado cripto ainda não é fácil e o que elas enfrentam ao desbravar cada vez mais o mundo dos criptoativos e enfrentar machismo e misoginia presentes na comunidade.

Se interessou? Você pode ficar por dentro de todos os episódios lançados na página oficial do Talkenização!

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