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Descobrimos de onde estão vindo os bitcoins do Hamas

hamas bitcoin

No final do mês de janeiro uma bomba caía nos noticiários sobre criptomoeda, o grupo terrorista Hamas pedia auxílio para continuar suas operações, mas como? Usando bitcoins!

Nós achamos que isso foi uma péssima ideia até mesmo para um grupo terrorista, o bitcoin não foi feito para ser obscuro, muito pelo contrário ele é tão transparente quanto um copo de vidro.

Sabendo disso e com alguns softwares de análise do blockchain do Bitcoin fomos atrás de quem está enviando criptomoedas para o grupo terrorista.

“#Resistência?!”

Encontramos um endereço de Bitcoin que foi primariamente espalhado por uma conta já deletada no Twitter e por grupos de Telegram.

Banner com endereço de bitcoin e site

Juntamente com o endereço de bitcoin, um post descrevia os motivos para o grupo terrorista pedir doações na criptomoeda.

Segundo eles esse pedido é por conta das dificuldades financeiras causadas por bloqueios dos “adversários da palestina”.

Grandes exchanges envolvidas?

A partir desse endereço, que por motivos óbvios não iremos publicar, achamos algo surpreendente.

Os endereços da Coinbase e Binance aparecem repetidamente na análise, ou seja, apoiadores desses grupos terroristas tem usado essas empresas para comprar bitcoins, enviar para endereços próprios e depois mandar para o Hamas.

Segundo relatos de outros portais de informação, os próprios terroristas têm usando essas exhanges para receber bitcoin diretamente de seus apoiadores.

Péssima ideia?

Como dissemos no começo do post essa foi uma péssima ideia, após identificados pelas agências de inteligência, esses endereços são monitorados e as contas nas exchanges são fechadas.

Bitcoins usados ou que passam por essas organizações criminosas podem ser marcados para sempre, eles são os chamados “tinted bitcoins” ou “bitcoins manchados”.

A maior parte das corretoras de bitcoin utilizam softwares que fazem o monitoramento da rede e dão um score para cada endereço. Se o endereço tiver um score ruim, então, os saldos são bloqueados até que a situação seja esclarecida.

Se por um lado isso dificulta o uso do bitcoin por entidades terroristas, por outro, permite que corretoras e outras entidades reguladas censurem ativistas políticos.

Como foi o caso do Wikileaks em 2018, a organização jornalística teve sua conta bloqueada pela Coinbase (sem motivos aparentes).

E aí, o que você acha sobre o uso dessa tecnologia por grupos terroristas?

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