Os dois irmãos sul-africanos eram donos de uma plataforma de investimento em criptomoeda. Depois que eles desapareceram, os investidores da plataforma tentam descobrir se a exchange teve US$ 3,6 bi hackeados, de fato. 

O escritório de advocacia da Cidade do Cabo contratado por investidores da plataforma afirma que não conseguiu localizar os irmãos e relatou o caso a uma unidade da polícia ontem (23). Golpe ou hack?

O golpe do ano

Dois irmãos sul-africanos desapareceram, assim como R$ 17,6 bilhões em bitcoin de sua plataforma de investimento em criptomoeda.

Um escritório de advocacia da Cidade do Cabo contratado por investidores disse que não conseguiu localizar os irmãos e relatou o caso aos Hawks, uma unidade de elite da polícia nacional.

As corretoras de todo o mundo já foram avisadas, caso seja feita qualquer tentativa de converter este saldo de bitcoins desaparecidos.

Se for mesmo considerada a hipótese de golpe, esta seria a maior perda em dólares de todos na história dos golpes com criptomoedas.

Segundo o relatório da CipherTrace, globalmente, criminosos no setor cripto roubaram 432 milhões de dólares no final de abril, 1,9 bilhão de dólares em 2020 e 4,5 bilhões de dólares em 2019. 

A soma arrecadada pela dupla dinâmica do crime é quase o dobro da quantidade roubada em 2019 em todo o mundo. 

Os primeiros sinais de problemas surgiram em abril, quando o Bitcoin estava disparando para um recorde. O diretor de operações da Africrypt, Ameer Cajee, o irmão mais velho, informou aos clientes que a empresa foi vítima de um hack.

Ele pediu que eles não relatassem o incidente aos advogados e autoridades, pois isso retardaria o processo de recuperação dos fundos perdidos.

Alguns investidores céticos pediram apoio de um escritório de advocacia, Hanekom Attorneys, e um grupo separado iniciou um processo de liquidação contra a Africrypt.

O escritório informou que “Os funcionários da Africrypt perderam o acesso às plataformas de back-end sete dias antes do alegado hack.”

Os fundos reunidos da Africrypt foram transferidos de suas contas sul-africanas e carteiras de clientes tornaram-se essencialmente indetectáveis. O site da empresa está fora do ar. 

Se proteja de hacks e golpes

Não é recomendável que você deixe saldo estacionado nas Exchanges, pois a probabilidade de ser hackeado é maior do que a segunda alternativa, que é: hardware wallet. 
As carteiras de hardware são geralmente consideradas uma das soluções mais seguras para armazenar bitcoin. Para entender melhor sobre as hardware wallets leio o texto do Cointimes: “Afinal, como garantir a segurança dos bitcoins?“.

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