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Estudo revela que diversificação dos investimentos se torna tendência financeira irresistível entre profissionais de saúde.      

 Médicos e outros profissionais de saúde estão ampliando e sofisticando seus investimentos financeiros, buscando proteção patrimonial e rentabilidade, conforme estudo da Fintech Mitfokus Contabilidade Médica. A diversificação inclui fundos, ações, títulos de renda fixa, previdência privada e criptoativos, com aplicações no Brasil e no exterior. A fundadora da Mitfokus, Júlia Lázaro, destaca a crescente acumulação patrimonial e o uso estratégico de holdings.

Os investimentos em fundos são diversificados, abrangendo fundos imobiliários, de renda fixa, multimercado, de ações e de debêntures incentivadas, frequentemente por meio de plataformas como XP Investimentos, BTG Pactual, Itaú e Santander. Há também interesse em ações e ETFs de empresas brasileiras e internacionais, como os relacionados ao S&P 500.

Instrumentos de renda fixa, como CDBs, LCIs, LCAs, CRIs e CRAs, são comuns, assim como produtos de previdência privada, como o VGBL, focando no planejamento de longo prazo e benefícios fiscais. Embora criptoativos e ganhos de capital no exterior estejam presentes, as categorias mencionadas têm maior consistência no estudo.

A participação societária em clínicas e serviços médicos é outra tendência, com profissionais de saúde investindo em capital social de empresas privadas da área. Contas correntes e cadernetas de poupança mantêm seu espaço, com investimentos também em corretoras internacionais e exchanges. A amostra do estudo inclui principalmente médicos e residentes. 

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