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EUA Invocam Lei Magnitsky para Punir Golpistas de Criptomoedas no Sudeste Asiático!      

 O Departamento do Tesouro dos EUA aplicou a Lei Magnitsky para sancionar golpistas de criptomoedas operando no sudeste asiático, especificamente em Myanmar e no Camboja. A região é conhecida por abrigar grupos que realizam golpes de falso investimento, romance e phishing, além de crimes graves como tráfico humano, onde vítimas são forçadas a aplicar golpes. Em 2024, estima-se que americanos perderam US$ 10 bilhões em golpes originados nessa região, um aumento de 66% em relação ao ano anterior.

As organizações criminosas recrutam pessoas com falsas promessas de emprego e, ao chegarem, são obrigadas a aplicar golpes, funcionando como uma forma de escravidão por dívida. Os golpistas convencem as vítimas a investir em sites de criptomoedas que parecem legítimos, mas são controlados por eles, resultando no roubo dos fundos depositados.

Entre os alvos das sanções estão centros de golpes em Shwe Kokko, Myanmar, e cassinos transformados em centros criminais no Camboja. A Lei Magnitsky, criada em 2012, permite que o governo dos EUA congele bens de indivíduos estrangeiros envolvidos em corrupção ou violações graves de direitos humanos. Recentemente, foi aplicada a várias pessoas e empresas do sudeste asiático envolvidas em golpes de criptomoedas.

Os sancionados incluem Saw Chit Thu, líder do Exército Nacional Karen, envolvido em fraudes cibernéticas e tráfico humano; Tin Win, associado ao KNA, que controla empresas fornecedoras de energia para centros de fraude; Saw Min Min Oo, oficial do KNA, que gerencia empresas afiliadas ao KNA; She Zhijiang, criador do complexo Yatai New City, um centro de fraudes em Myanmar; Dong Lecheng, fundador da T C Capital, envolvida em fraudes cibernéticas no Camboja; e Xu Aimin, cofundador do K B. 

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