A Blackrock, a maior gestora de ativos do mundo com US$9 trilhões sob gestão, comprou partes de empresas de duas empresas que mineram bitcoin.

As informações vieram de investigações da Forbes sobre documentos obrigatórios da CVM dos Estados Unidos (SEC), o órgão regulador requer que algumas transações sejam apresentadas para o público. 

Segundo os documentos, a BlackRock investiu US$382.962.003,08 (cerca de R$ 2 bilhões) entre as empresas Riot Blockchain e Marathon Digital (MARA) por meio de seus múltiplos ETFs e outros fundos. Até 30 de junho a companhia detinha 6,71% da Marathon Digital e 6,61% da Riot Blockchain. 

As ações da Riot tiveram uma alta de ~700% entre 2020 e 2021, já a MARA saiu de US$3,20 em agosto de 2020 para cerca de US$31,00 ou uma alta de ~850 no mesmo período.

E aparentemente esses investimentos não foram “sem querer”, visto que Larry Fink (CEO da Blackrock) afirmou que o bitcoin pode se tornar  “um grande ativo”, mas que precisa se provar. 

A Marathon é a empresa de mineração que criou o primeiro bloco de bitcoin que segue as regras de KYC e AML da Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA.

Leia também: Bitcoin está sob ataque, primeiro bloco “limpo” é minerado – Entenda

Grandes investidores entram no mercado

Não é apenas nos Estados Unidos que grandes empresas e fundos estão investindo em bitcoin. 

No Brasil o 2TM, controladora da exchange Mercado Bitcoin, recebeu US$200 milhões no começo de julho por meio do fundo Softbank. 

Já a Foxbit abriu uma área apenas para auxiliar empresas e grandes investidores a entrarem no mercado de criptomoedas por meio do Foxbit Business. O serviço dá suporte jurídico e societário, financeiro e garante até mesmo a custódia dos ativos, para que as empresas precisem apenas se preocupar em investir. 

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