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Legislação

Mais de 8 mil BTC são perdidos em suposto esquema ponzi

esquema ponzi

Um total de 8.000 bitcoins pertencentes à Mirror Trading International (MTI) foram rastreados, enquanto 29.000 bitcoins adicionais podem ainda ser rastreados pelos investidores da MTI. 

As moedas rastreadas, avaliadas em mais de R$ 1,3 Bilhão, representam um avanço do caso que foi ao Tribunal Sul-Aficano em outubro de 2020. 

O esquema ponzi sul-africano

O esquema colapsado da Mirror Trading International (MTI) foi colocado em liquidação final esta semana pelo Tribunal Superior do Cabo.

No início desse ano, de acordo com a Bloomberg, a mesma “empresa” já estava sendo investigada pelo Financial Sector Conduct Authority (FSCA). A investigação do FSCA descobriu que a empresa não mantinha registros contábeis nem um registro abrangente dos participantes, além de 170.000 endereços de e-mail exclusivos encontrados durante uma operação em outubro de 2020. 

Em abril, o prêmio de arbitragem sobre o bitcoin na África do Sul tornou-se negativo quando a MTI liquidou US$ 75 milhões. Os investidores querem agora que o tribunal sul-africano declare a MTI um esquema Ponzi para conseguir uma restituição maior do esquema.

Após a concessão de uma ordem final de liquidação contra a MTI pelo tribunal, as vítimas do esquema Ponzi recuperaram apenas 1.281 bitcoins (43 milhões de dólares) que foram entregues a eles pela MTI em abril, resultado da liquidação. 

Para conseguir os fundos sob posse da massa falida, os liquidatários pretendem argumentar a favor de que a MTI declare-se um esquema Ponzi em seu retorno ao tribunal em 8 de setembro, como explica um relatório da Moneyweb.

Esta declaração, de acordo com o relatório, torna “mais fácil perseguir fundos que os liquidatários acreditam pertencer legalmente à massa insolvente”.

As vítimas do esquema

O relatório menciona também Riaan van Rooyen, que é um dos investidores, explicando por que é importante para todos os que foram vítimas do esquema apresentarem suas reivindicações contra a MTI. Rooyen disse:

“Obviamente, queremos recuperar o máximo de dinheiro possível para os membros, especialmente os idosos e os vulneráveis”.

Antes de seu colapso em dezembro de 2020, a MTI afirmou repetidamente que tinha mais de 280.000 contas e a maioria delas pertencia a investidores com base na África do Sul. 

No entanto, os liquidatários insistem que esse número está errado, “uma vez que as contas abertas em nome de animais de estimação da família e outras contas falsas sejam desconsideradas”.

Os envolvidos com o esquema também planejam lançar um roadshow nacional para ajudar os investidores da MTI. Os denunciados têm até 31 de agosto para apresentar suas declarações de resposta.

Um monte de escândalo rolando no continente africano, não é não? Dois irmãos sul-africanos desaparecem com US$ 3,6 bi em bitcoins.


Mas a África, não é palco só para esquemas ponzi, ela também está clamando por sua parte no mercado cripto, veja: Adoção em massa: presidente de país africano cogita adotar bitcoin como moeda.

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