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O Ministro da Economia de El Salvador afirma que a acumulação de Bitcoin é um ‘projeto importante’, apesar do acordo com o FMI.  

Um alto funcionário de El Salvador afirmou que as compras de Bitcoin (BTC) continuam, apesar de um acordo de empréstimo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) que pedia a redução dessas aquisições. De acordo com um novo relatório da Bloomberg, Maria Luisa Hayem, ministra da economia de El Salvador, afirmou que a decisão do país de acumular Bitcoin como ativo de reserva não está cessando. Ela destacou o compromisso do presidente Nayib Bukele em continuar acumulando ativos, considerando o Bitcoin um projeto importante, com acumulação de ativos tanto do governo quanto do setor privado.

Desde que El Salvador recebeu US$ 1,4 bilhão em financiamento do FMI no final do ano passado, em troca de compromissos que incluíam o fortalecimento das contas fiscais e a redução das compras do principal criptoativo, surgiram questionamentos sobre a compra de Bitcoin pelo país. No entanto, as aquisições não parecem violar os termos do empréstimo. Nesta semana, o FMI respondeu a uma pergunta da empresa de software financeiro Ion Group sobre como El Salvador continua acumulando BTC, apesar de ter concordado em parar com as compras como parte do acordo de empréstimo.

Rodrigo Valdes, diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, afirmou que, apesar das recentes compras de Bitcoin, o país ainda está operando dentro dos “critérios de desempenho” estabelecidos pelo FMI. Ele ressaltou que o programa de El Salvador não se trata apenas de Bitcoin, mas envolve reformas estruturais mais profundas, governança e transparência, com progresso significativo também na área fiscal. As autoridades têm avançado bastante na implementação das reformas.  

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