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Os bilionários do México estão clamando por criptomoedas

México criptomoedas

A demanda por produtos de investimento em criptomoedas aumenta no México. Percebendo isso, a segunda maior bolsa de valores da América Latina deverá listar produtos de ETFs em breve, informou o CEO José Oriol Bosch, que aguarda apenas que a regulação local permita que isso aconteça.

O Bilionário mexicano Ricardo Salinas também percebeu a tendência de adoção das criptomoedas e deu um passo à frente antes da bolsa de valores. O fundador do Banco Azteca e proprietário do Grupo Elektra já disse que dará o suporte para a rede Bitcoin Lightning em suas lojas, possibilitando a oferta de pagamentos digitais em blockchain para os seus clientes.

ETF de Bitcoin no México 

O diretor da Bolsa de Valores do México (BMV), José-Oriol Bosch, declarou que já está conversando com as autoridades financeiras para poder operar produtos com criptomoedas. O anúncio foi feito em videoconferência ao vivo, oferecida pela entidade em seu canal no YouTube no dia 4 de outubro. 

Para atender à demanda de quem quer começar a investir, a Bolsa de Valores do México divulgou um vídeo ao vivo apresentado pelo próprio CEO. Nele, José-Oriol Bosch abordou todos os temas que um iniciante deve conhecer sobre o mercado financeiro para saber quais são suas opções de investimento. 

Leia também: Mais de 31% das pessoas na América Latina querem investir em Bitcoin

José-Oriol respondeu que integrar efetivamente as operações de criptomoeda aos seus serviços é algo que eles já pensaram e avaliaram. Quando perguntado: “A BMV já pensou em algum instrumento ligado a criptomoedas?”, ele respondeu que sim. 

América Latina sai na frente dos EUA

Mesmo que em alguns países haja a possibilidade de negociar produtos financeiros, a falta de regulação ainda atrasa essa realidade. De acordo com a Bloomberg, Bosch declarou que assim que o México liberar, a Bolsa Mexicana vai entrar neste setor, esta que é a segunda maior da América Latina, atrás apenas da B3 no Brasil.

José-Oriol Bosch está convencido de que as criptomoedas fazem parte da evolução normal do dinheiro – Fonte: CriptoNoticias.com

Vale o destaque que na América Latina o Brasil já tem ETFs de Bitcoin e também multi-criptomoedas listados na B3. Além disso, países vizinhos como Perú e Chile já viram produtos de criptomoedas chegarem em suas bolsas de valores, mostrando que a adoção segue em amplo crescimento. 

A Bolsa de Valores de Lima no Peru e a Bolsa de Valores de Santiago no Chile, por exemplo, já possibilitaram investimentos no ETF canadense de bitcoin da Purpose Investments.

Desta forma, a América Latina sai na frente dos EUA que apesar de não ter a intenção de banir as criptomoedas está atrasando o processo de liberação de um ETF de Bitcoin. Conforme mais países da América Latina vão aderindo ao mundo das criptomoedas, mais alto será ouvido o coro da revolução financeira: “Soy loco por ti América, Soy loco por ti Bitcoin”. 

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