A Operação Sibila, desdobramento da Operação Colossus de 2022, foi deflagrada pela Polícia Federal para combater uma organização criminosa envolvida em evasão de divisas por meio de criptomoedas. A operação ocorreu em São Paulo, onde foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e dez de busca e apreensão. A Justiça Federal também determinou o sequestro de valores e o bloqueio de bens dos investigados.
A investigação revelou que os suspeitos movimentaram mais de R$ 50 bilhões em criptomoedas entre 2020 e 2024. Um líder da rede criminosa foi preso em janeiro de 2024, o que permitiu o aprofundamento das investigações. O esquema envolvia corretoras de criptomoedas que não realizavam KYC dos clientes e 1.300 empresas de fachada usadas para lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O grupo de arbitradores de criptomoedas, principal alvo desde 2022, adquiria grandes quantidades de ativos virtuais no exterior e os vendia no Brasil, movimentando mais de R$ 18 bilhões. A identidade dos investigados permanece em sigilo. A nova fase da operação focou em São Paulo, e o nome “Sibila” não teve seu contexto esclarecido.