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Em operação que acarretou na prisão do “Faraó dos bitcoins”, Glaidson dos Santos, a Polícia Federal descobriu uma “nova tecnologia de criptomoedas” que poderia facilitar a evasão de divisas e lavagem de dinheiro, reportou o jornal O Globo no domingo (28).

De acordo com a reportagem do Globo, a PF teria “apertado o botão do pânico” para essa nova tecnologia. Mas esse pode não ser o caso.

Entenda a operação e o que significa essa “nova” tecnologia

A Operação Kryptos foi deflagrada no dia 25 de agosto pela Polícia Federal para desarticular uma organização criminosa responsável por fraudes bilionárias envolvendo criptomoedas.

Foram 591 bitcoins, R$ 13 milhões em dinheiro, além de relógios caros, carros de luxo e outros itens de valor apreendidos na operação. Tudo indica que foi a maior apreensão de criptomoedas da Polícia Federal.

Um dos investigados da ‘Kryptos’, segundo o último relatório da operação, estava com uma espécie de pen drive cheio de criptomoedas no bolso, diz o Globo.

Cold wallet Ledger Nano S
Uma carteira Ledger, uma das mais famosas do mercado

De acordo com o jornal, essas carteiras chamadas de cold wallets passam despercebidas pela fiscalização, e um portador pode viajar o mundo e, somente no destino, converter os ativos digitais em dinheiro vivo em um caixa eletrônico.

No relatório, a PF escreve: “o portador de uma cold wallet é a sua própria instituição financeira ambulante, com um mero dispositivo eletrônico de armazenamento de dados que pode conter uma quantidade irrestrita de criptoativos”.

Na realidade, as carteiras físicas, chamadas também de hardware wallets, existem há 7 anos. Tecnicamente falando, elas não guardam criptomoeda nenhuma no dispositivo, mas apenas servem para facilitar o manuseio das chaves criptográficas de uma carteira sem tocar a internet (por isso chamamos de armazenamento frio, que é mais seguro contra atacantes remotos).

Para os especialistas de análise de blockchain, é um mito que o bitcoin facilite a lavagem de dinheiro ou outras atividades ilícitas. Toda a movimentação de moedas dentro da rede Bitcoin é passível de ser rastreada e o usuário é identificado tanto na hora da compra quanto na hora da venda, quando passa por uma corretora de criptomoedas.

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