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Presidenciáveis: o que esperar deles na economia?

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O que esperar dos presidenciáveis na economia?

No Cointimes já apresentamos os economistas de cada presidenciável. Realmente são nomes com grande currículo e uma vasta experiência em economia, seja no setor público ou privado. Os economistas são convidados para colocar em prática o que o candidato à presidência pensa no que é melhor para o país. Nesse post você vai ficar sabendo, o que cada um dos presidenciáveis pensa e o que esperar deles na economia, caso um deles seja eleito. Os candidatos estão listados em ordem alfabética.

Caso queira saber mais sobre os economistas dos presidenciáveis:

https://cointimes.com.br/economistas-por-tras-dos-presidenciaveis/

Ciro Gomes

Ciro Gomes, candidato do PDT, defende que a industrialização do país é essencial para que o Brasil deixe a sua condição de país subdesenvolvido, gerando mais empregos para a população. Para isso, o candidato acredita em uma política de proteção da indústria interna, que consistiria em um câmbio atraente para exportadores e alíquotas de importação.

Ou seja, um estado mais atuante na economia através do aumento dos gastos públicos para financiar obras, parques industriais e geração de emprego.

O candidato afirma que o sistema previdenciário do Brasil não tem déficit, mas apoia uma reforma multifacetada favorável a novas entradas no mercado de trabalho e uma pensão mínima universal. Ciro Gomes concorda que a população mais pobre paga a maior parte dos impostos sobre consumo.

Por conta disso, ele é favorável a transferir esses impostos para outros setores como heranças e grandes fortunas. Ciro promete a criação de um imposto único para substituir o ICMS, ISS, IOF e IPI, conhecido como IVA (Imposto sobre Valor Agregado).

Ciro Gomes não é desfavorável à privatizações em geral, mas se opõe a venda da Petrobrás e Eletrobrás, empresas que acredita que são estratégicas.

No geral, Ciro Gomes está mais alinhado à visão desenvolvimentista, acreditando que o estado dever ter papel fundamental na condução da economia, promovendo o desenvolvimento e industrialização como uma forma de gerar de empregos. O candidato também defende um gasto menor no pagamento de juros da Dívida Pública.

Caso queira saber com mais detalhes as propostas do candidato em outras áreas, recomendamos assistir o vídeo abaixo:

Fernando Haddad

Fernando Haddad, candidato do PT, também acredita que o estado deveria ter um papel maior na condução da economia brasileira. Caso chegue à presidência, Fernando Haddad pretende criar um plano emergencial para retirar o Brasil da recessão. O candidato pretende estimular o consumo facilitando o acesso ao crédito, gerando mais empregos no setor de serviços.

Além disso, também acredita na retomada de obras públicas que estão paradas e propõe um plano de reindustrialização do país para aumentar a geração de empregos.

O candidato do PT também promete revogar a PEC do teto de gastos e a reforma trabalhista, propostas durante o governo Temer.

Fernando Haddad também apoia a criação de um imposto único para substituir o ICMS, ISS, IOF e IPI, o candidato promete a isenção de impostos para quem recebe até 5 salários mínimos e criar faixas de contribuição maiores para os mais ricos.

O candidato também pretende adotar regras para controlar a entrada de capital especulativo no Brasil e inibir a volatilidade do câmbio.

Por falar em câmbio, Haddad também pensa em criar um fundo de estabilização para combater a volatilidade do dólar e, ao mesmo tempo, manter um câmbio que ele define como competitivo. Em suma, o posicionamento econômico de Haddad é o mais alinhado com o Ciro Gomes, a tendência é que haja migração de votos caso um dos dois vá ao segundo turno.

Caso queira saber com mais detalhes as propostas do candidato em outras áreas, recomendamos assistir o vídeo abaixo:

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin é o candidato do PSDB à presidência, caso chegue ao Planalto, pretende privatizar estatais para liberar mais recursos e aumentar a eficiência dessas empresas. Sua principal promessa é acabar com o déficit público em 2 anos, ou seja, o equilíbrio fiscal é uma de suas principais metas de seu plano de governo.

O candidato pretende abrir a economia ao comércio externo, de forma que ele represente 50% do nosso PIB. Além disso, Geraldo Alckmin pretende aumentar os investimentos em infraestrutura buscando parcerias com a iniciativa privada.

Alckmin também promete a criação de políticas para que o Norte e Nordeste explorem o seu potencial nas áreas de Turismo, Indústria, Agricultura, Energia Renovável e Economia criativa.

Sobre a tributação, Geraldo Alckmin também pretende simplificar a tributação através da criação de um único imposto, chamado IVA (Imposto sobre Valor Agregado). O novo imposto irá substituir os impostos existentes como: ICMS, ISS, IPI e IOF.

O candidato também pretende reduzir o Imposto de Renda para pessoas Jurídicas como uma maneira de trazer mais investimentos para o país. Geraldo Alckmin também é favorável à reforma da previdência criando um sistema único de aposentadoria para os setores público e privado.

Na economia, Geraldo Alckmin pretende adotar um mix entre estado como promotor do desenvolvimento e aumento do livre comércio.

Caso queira saber com mais detalhes as propostas do candidato em outras áreas, recomendamos assistir o vídeo abaixo:

Jair Bolsonaro

O candidato do PSL acredita que o estado deva assumir um papel menor na economia, ou seja, um estado menos intervencionista na economia. Bolsonaro acredita que o estado não deveria criar tanta burocracia para empreendedores. Além disso, o candidato defende corte de gastos em áreas que entender desnecessárias.

Sobre a previdência, ele é a favor de uma reforma no sistema previdenciário brasileiro. O candidato diz que vai criar um modelo de “capitalização” alternativo à Previdência tradicional, para o qual “reformas serão necessárias”. Bolsonaro alerta que a previdência brasileira pode entrar em colapso em um futuro bem próximo.

Bolsonaro apoia um Banco Central com maior autonomia do que existe hoje, o que seria um modelo semelhante com o FED, banco central americano. Caso chegue à presidência, seu banco central terá metas de inflação melhor definidas e a manutenção da diretoria atual.

O candidato entende que a carga tributária é muito alta no Brasil. Para resolver o problema, Bolsonaro propõe uma reforma tributária defendida pelo candidato do PSL prevê simplificação e unificação de tributos federais e a descentralização e municipalização de impostos.

Bolsonaro também é contra a tributação de lucros e dividendos. Enfim, o candidato do PSL está mais alinhado com um plano econômico mais liberal baseado em privatizações, desburocratização, cortes de gastos e reforma tributária. Através dessas medidas, o candidato pretende oferecer um país com menos burocracia para gerar novos empregos e novos negócios.

Caso queira saber com mais detalhes as propostas do candidato em outras áreas, recomendamos assistir o vídeo abaixo:

João Amoêdo

João Amoêdo, candidato do Novo, talvez seja o mais liberal no campo econômico. Caso eleito, o candidato promete privatizar empresas públicas, como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios. Uma de suas promessas é o equilíbrio das contas públicas através do corte de despesas e privilégios de políticos.

O candidato do Novo é a favor da reforma da previdência com idade mínima de 65 anos. Ele pretende criar regras iguais de aposentadoria para funcionários públicos e privados. Instituir a contribuição obrigatória para trabalhadores rurais. Amoêdo também vai rever benefícios de pensão e eliminar acúmulos de benefícios.

No campo da tributação, o candidato também defende tributar menos no consumo e simplificar os impostos através do IVA (Imposto sobre Valor Agregado). É contra a taxação de lucros e dividendos, grandes fortunas e heranças. Ele também pretende descentralizar a gestão dos recursos públicos, dando maior autonomia para municípios e estados.

Com suas propostas, fica claro que o candidato acredita que a recuperação econômica se dará através de uma economia mais estável para a criação de empregos e com maior facilidade para abertura de novos negócios. Ou seja, o candidato é a favor de um mercado mais livre com o estado em segundo plano oferecendo apenas um ambiente seguro para criação de riqueza.

Caso queira saber com mais detalhes as propostas do candidato em outras áreas, recomendamos assistir o vídeo abaixo:

Marina Silva

Marina Silva, candidata pelo partido REDE, concorre pela terceira vez à presidência. Seu plano de governo consiste em controlar os gastos públicos, de forma que eles não ultrapassem 50% do PIB. No entanto, a candidata é contra a emenda de teto dos gastos públicos aprovada por Michel Temer em 2016, que reajusta os gastos públicos pela inflação. Ela defende a autonomia do Banco Central, superávit primário, câmbio flutuante e regime de metas para inflação.

A candidata também promete realizar a reforma da previdência já no começo do seu governo. Sua reforma irá combater o problema dos privilégios nas aposentadorias, que consistem em aposentados ganhando muito acima do teto. Marina também pretende fazer transição para aqueles que estão próximos de se aposentar e aqueles que estão entrando no futuro regime.

Em tributação, Marina promete não elevar a carga tributária, que acredita que já chegou ao máximo. No entanto, pretende adotar tributação sobre dividendos com redução simultânea do IRPJ (Imposto de Renda sobre Pessoas Jurídicas). A candidata pretende elevar da alíquota do imposto sobre herança. Em conjunto com todos os outros candidatos, Marina também defende a criação do IVA como forma de substituir o IOF, ICMS, ISS e IPI.

Marina Silva também promete acabar com subsídios para grandes empresas e revisar as renúncias fiscais. A candidata também promete analisar a privatização da Eletrobrás mas é contra a privatização da Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica. Marina também promete criar uma instância de governo para atrair o setor privado para atuar no setor de infraestrutura.

Caso queira saber com mais detalhes as propostas do candidato em outras áreas, recomendamos assistir o vídeo abaixo:

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