O preço do bitcoin amanheceu derretendo e já sofre com uma queda de quase 50% nos últimos 7 dias. No Brasil, a baixa foi acentuada pela queda no dólar, os investidores entram em pânico nos grupos e a sangria parece não ter fim no mercado de criptomoedas. 

A queda foi pior em ether e nas altcoins, o “petróleo digital” caiu 35% e está sendo negociado a US$2200,00, já o BNB cai 44%, Doge -35% e SHIB -45%. O desespero foi tão grande que o Coinmaketcap saiu do ar por excesso de acessos. 

O JP Morgan notou que os investidores institucionais talvez estejam deixando o bitcoin e retornando ao ouro, o metal precioso está se valorizando enquanto o btc despenca. Não sabemos se essa é uma tendência ou apenas a liquidação de pequenos investidores desesperados.

Com a queda, o preço do bitcoin volta aos patamares de 8 de feveiro, quando a Tesla anunciou a compra de bilhões no criptoativo. O marketcap total das criptomoedas caiu mais de US$1 trilhão desde sua alta histórica. 

A Coinbase ($COIN) e outras empresas vistas como proxys para compra de criptoativos também estão sofrendo com a queda:

Artigo da Reuters catalisa queda

Um artigo da Reuters espalhou medo no mercado de criptomoedas ao mostrar um relatório no qual o governo chinês reafirma sua posição contra o mercado de criptomoedas e dá clareza as restrições bancárias contra o BTC.

Com as restrições em vigor, todas as instituições financeiras, incluindo bancos e outras plataformas de pagamento, não podem oferecer seus serviços a clientes que lidam com criptomoeda. Esses serviços incluem registro, negociação, compensação e liquidação.

Acontece que essa lei já estava em vigor há anos, não foi novidade alguma.

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