No cafezinho na padaria à compra do mês no supermercado, utility tokens já estão presentes em muitos estabelecimentos e muitas carteiras digitais de consumidores. São moedas digitais, mas, diferentemente dos bitcoins e similares (normalmente destinados a investimentos por conta do alto valor), têm uso principal justamente no dia a dia, possibilitando descontos e boas ofertas para as pessoas nas suas lojas preferidas. Esse meio de pagamento é uma das principais tendências para o varejo no futuro. Por conta disso, é essencial conhecer bem as funcionalidades e vantagens que oferece. Confira um guia especial sobre os tokens de utilidade: 

O que são? 

De forma resumida podemos compreendê-los como ativos digitais que carregam algum tipo de informação pela web, seja ela financeira ou não. Ou seja, não são considerados ativos de investimentos e, mais importante do que recurso para relações comerciais, são excelentes ferramentas de engajamento. Podem transportar, por exemplo, promoções, campanhas de marketing, benefícios, entre outros. Por isso mesmo são muito utilizados por empresas que desejam se relacionar com seus clientes. 

Para que servem? 

Tokens de utilidade são ferramentas de marketing e de vendas. Ou seja, são utilizados por marcas que desejam ampliar a base de clientes a partir de projetos que combinam a oferta de produtos e serviços com maior interação com os usuários. Por esse motivo, são muito utilizados como programas de benefícios em que as pessoas acumulam pontos dentro de regras estabelecidas e trocam por produtos e descontos. Entretanto, diferentemente de muitas estratégias de fidelidade, não se esgotam e podem ser utilizados de forma recorrente pela empresa.     

Como adquirir? 

Utility tokens têm um caráter descentralizado, ou seja, não há uma instituição que regula a criação e emissão dessa moeda. Assim, cada empresa tem liberdade para emitir e distribuir como e quando quiser – e, principalmente, nas regras que ela estipular. Por ser um programa que estimula engajamento, as marcas normalmente associam os tokens ao cumprimento de desafios e/ou metas, garantindo “pontos” (ou, no caso, moedas) que podem ser trocados por seus produtos e serviços. Portanto, é necessário conhecer as regras de emissão e aquisição de cada ativo. 

Como gerenciar e armazenar?  

Para gerenciar seus tokens de utilidade, a pessoa precisa ter uma carteira digital. As próprias marcas disponibilizam esse recurso de forma gratuita para os usuários, dando acesso às contas por uma plataforma web ou até aplicativo para gerenciar seus ganhos e fazer o resgate sempre que necessário. Alguns ativos também são negociados em exchanges digitais, permitindo que a pessoa os troque por moeda corrente. Nesses casos, é obrigatório criar uma conta nestas empresas.  

Onde utilizá-los?  

O leque de opções para utilizar os tokens no dia a dia ainda parece pequeno, mas é inegável o avanço desse meio de pagamento nas empresas brasileiras. O varejo, sobretudo, consegue beneficiar diretamente com ele, oferecendo uma melhor experiência aos usuários e a possibilidade de realizarem suas compras de forma rápida, prática e com bons descontos. Hoje, redes de farmácias e supermercados começam a desenvolver seus programas para permitir que as pessoas possam negociar esses ativos com suas marcas.  

*Cássio Rosas é Diretor de Novos Negócios e Estratégia da Wiboo, plataforma com utility token que promove um programa de fidelização entre varejistas e consumidores por meio de moedas digitais – e-mail: [email protected] 

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