Com mais de 100 mil tropas na fronteira da Ucrânia, a Rússia está aterrorizando o mundo com a possibilidade de uma invasão massiva. Enquanto as potências mundiais medem suas forças, o bitcoin sai fortalecido.

Pelo menos é essa a opinião de Nigel Green, o CEO da deVere Group, um grupo de consultoria financeira com mais de 60 escritórios ao redor do globo. 

“Sérios riscos geopolíticos nas últimas semanas estão demonstrando casos de uso da vida real para Bitcoin e criptomoedas em tempos extremamente voláteis.”

– afirmou Nigel em uma publicação recente.

Organizações não governamentais estão recebendo bitcoin para ajudar grupos de voluntários ucranianos por meio de crowdfunding. Do outro lado da fronteira, a Rússia deixou de lado a ideai de banir as criptomoedas para se aproveitar dela por meio de taxação e regulamentação estatal. 

Ambos os rivais sabem que Bitcoin e criptomoedas podem contornar instituições financeiras tradicionais que podem bloquear transações, pois em criptomoedas não há autoridade central que possa bloquear pagamentos”. – continuou o CEO.

Testes geopolíticos podem afetar o preço do bitcoin

A ideia do bitcoin como um ativo resistente politicamente foi coloca à prova nas últimas semanas.

Do outro lado do Atlântico o governo canadense não está conseguindo bloquear transações de bitcoin a protestos que alimentam mais de 50 mil caminhoneiros em busca da liberdade. 

Como resultado “esses casos de uso da vida real aumentarão ainda mais a adoção em massa do Bitcoin e levarão a preços mais altos este ano.”, finalizou Green.

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