Quanto seria o salário do novo ministro do STF Kássio Nunes em bitcoin? Quanto gasta a Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro oficializou a indicação de Kássio Nunes para vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). É necessário ainda aprovação do Senado, porém esta parece já estar garantida. A escolha causou surpresa devido às ligações políticas de Kássio à oposição petista do governo. 

Kássio é juiz do TRF-1 desde 2011 e alcançou o cargo através de nomeação feita pela ex-presidente Dilma Rousseff. Isso pode significar que as brigas políticas de Brasília não são tão sérias quanto aparentam ser. 

Que o topo do funcionalismo público brasileiro tem salários obscenos e descolados da realidade do brasileiro isso é fato, porém quanto custam esses gastos convertidas em bitcoin? O resultado vai te surpreender.


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Vale ressaltar que o STF é uma das cortes supremas que mais julga no mundo e o salário bruto de um ministro do STF pode chegar a R$ 39 mil ou 37 vezes o salário mínimo em 2020. Isso é o equivalente a 0.63 BTC na cotação atual. O salário anual somado dos 11 ministros pode chegar próximo de impressionantes 80 bitcoins. O Supremo Tribunal custou em 2019 aos cofres públicos quase meio bilhão de reais ou 8.390 BTC.

Segundo o portal Ranking dos Políticos, além dos salários, o STF também têm direito a:

– R$ 15,78 milhões com assistência médica e odontológica;

– R$ 1,5 milhão com auxílio-moradia;

– R$ 2,162 milhões com educação pré-escolar;

– R$ 12 milhões com alimentação;

– R$ 204 mil com auxílio-funeral e auxílio-natalidade;

– 87 veículos, sendo 3 caminhões;

– R$ 10,5 milhões com informática.

A suprema corte conta com uma média de 222 funcionários por ministro.

Lista de funcionários terceirizados:

– 25 bombeiros civis;

– 85 secretárias;

– 293 vigilantes;

– 194 recepcionistas;

– 19 jornalistas;

– 29 funcionários cuidando da encadernação;

– 116 serventes de limpeza;

– 24 copeiros;

– 27 garçons;

– 8 auxiliares de saúde bucal;

– 12 auxiliares de desenvolvimento infantil;

– 58 motoristas;

– 7 jardineiros;

– 6 marceneiros;

– 10 carregadores de bens;

– 5 publicitários.

Lagostas, vinhos e outras regalias

Kássio Nunes foi o responsável por autorizar a polêmica licitação para compra de vinhos e lagostas para os ministros do STF. A licitação havia sido impedida por uma juíza federal, mas essa proibição foi caçada, com Nunes justificando não ver irregularidades nos termos.

O contrato milionário contava com “medalhões de lagosta servidos com molho de manteiga queimada, pato assado com molho de laranja ou de azeitonas, vinhos brancos Chardonnay com no mínimo quatro premiações internacionais, caipirinha com ‘cachaça de alta qualidade’, envelhecida em barris de madeira nobre por um ou três anos”.

Em resposta, Nunes disse que a alimentação era destinada “às mais graduadas autoridades nacionais e estrangeiras, em compromissos oficiais nos quais a própria dignidade da Instituição, obviamente, é exposta. Não se trata de mero fornecimento ordinário de alimentação aos Magistrados daquela Corte, tampouco se destina, a contratação, a todo e qualquer evento.”

Para o presidente Jair Bolsonaro, a atitude foi correta:

“Vão desqualificar o desembargador só porque ele deu uma liminar para retornar o cardápio do Supremo? Bem, se um juiz de primeira instância diz que não pode lagosta, o outro pode dizer que não vale batata frita. Outro, por exemplo, que é vegetariano, ‘vamos acabar com carne vermelha no Supremo Tribunal Federal.”, afirmou Bolsonaro.

O Bitcoin

Não é difícil imaginar porque o Bitcoin se tornou um ativo tão popular para fugir das moedas estatais. O bitcoin e as demais criptomoedas têm grande potencial como uma saída alternativa do sistema político e financeiro tradicional.


Leia mais: O que é Bitcoin? Qual a cotação e como funciona.


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