O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reafirmou a proibição do uso de criptomoedas como ferramentas de financiamento partidário nas eleições nacionais ao publicar o material da série oficial “Por Dentro das Eleições”, na sexta-feira (15).
As regras, na visão das autoridades, visam manter a total transparência dos repasses financeiros feitos pelas legendas e candidaturas oficiais no país.
Todo o dinheiro recebido nos cofres dos candidatos precisa de trânsito em contas bancárias específicas para assegurar a fiscalização da justiça. Desta forma o órgão atesta o rastreio rigoroso dos patrocinadores e coíbe o fluxo contínuo de caixa dois nas urnas.
A legislação determina critérios legais para registrar depósitos feitos por cidadãos comuns durante as propagandas oficiais de votação. “A legislação proíbe o uso de moedas virtuais, como criptomoedas, para doações eleitorais“, diz o TSE em nota pública.
As resoluções eleitorais barram qualquer transferência direta com moedas de emissão descentralizada por sua natureza de pseudoanonimato e dificuldade extrema de controle. Contudo os políticos podem receber quantias por Pix, transferência comum, cheque nominal ou plataformas de arrecadação da internet.
O doador financeiro tem o dever de expor sua documentação formal no momento exato do repasse do capital para a equipe coordenadora do político, regras em vigor há alguns anos.
TSE analisa prestação de contas e exige fundos legais
Valores entregues sem a clareza adequada não servem para o usufruto livre dos partidos nos comitês do país.
O repasse proveniente de fontes vedadas como entidades empresariais, agentes estrangeiros e permissionários públicos resulta no recolhimento absoluto para o Tesouro Nacional. Da mesma maneira, aportes financeiros sem origem clara ou sem dados do contribuinte devem retornar às contas governamentais imediatamente.
O Livecoins publicou em janeiro que o ministro Nunes Marques assumiu o compromisso de revisar diversas portarias com relação às votações em 2026. Marques assumiu a posição de vice-presidente do TSE e capitaneia as equipes operacionais encarregadas de administrar a disputa pelo Palácio do Planalto.
Esta rotina de avaliação processual tem amparo na lei, abrindo margem temporal escassa para o teste com inovações perante os pleitos municipais ou presidenciais.
Pesquisa avalia falhas da fiscalização eleitoral com criptoativos
No mês de abril de 2026, a Revista Paraná Eleitoral explorou este vácuo técnico governamental num estudo profundo conduzido pelo pesquisador Jorge José Lawand. O acadêmico observou que a flutuação diária acentuada de cotação das criptomoedas na carteira inviabiliza as medições dos tetos de doações nas juntas federais.
Por fim, o documento pede o cancelamento expresso contínuo das arrecadações em criptoativos e projeta um plano ideal com obrigações de conversão relâmpago atrelado ao Real.
Assim, como nas últim