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A mobilização do mercado cripto por alternativas mais sustentáveis

O mercado cripto tem se mobilizado para efetuar melhorias com relação à sustentabilidade, pois tem havido muita pressão sobre o uso da mineração por prova de trabalho, que efetivamente consome muita energia. Abaixo, podem ser observadas algumas iniciativas nessa direção.

Importância da sustentabilidade

O E do ESG (environmental, social and governance, que em português significam meio ambiente, social e governança) se tornou uma prioridade de várias empresas ao longo dos anos. Com o desenvolvimento das criptomoedas, o seu impacto sobre o meio ambiente tornou-se mais visível.

Em 2021, o bitcoin era a cripto mais poluente e dependente de energia, pois usava 707 kWh por transação, o que pode ser equiparado a 1.060,5 lbs de CO₂ por transação.

Lombard Odier, gerente de ativos e patrimônio, divulgou um relatório indicando que os investidores mais jovens estão dando mais ênfase às opções sustentáveis, por estarem propensos a investir no que acreditam (alinhamento com valores e crenças). Diante disso, as criptomoedas começaram a lidar com sua produção de CO₂ e a investir em sustentabilidade.

Prova de Participação ou Prova de Trabalho?

Tradicionalmente, as criptomoedas utilizam a prova de trabalho como método de consenso, e isso requer que os mineradores resolvam desafios computacionais para criar novos blocos em uma blockchain. Uma grande quantidade de energia é necessária para rodar os computadores e as plataformas de mineração, mas com essa mudança de mentalidade está havendo uma busca por novas alternativas mais sustentáveis.

Jake Yocom-Piatt, cofundador e líder de projeto da Decred (DCR), uma plataforma de blockchain, falou sobre essa possibilidade: “ao longo dos últimos anos tem crescido o interesse na prova de participação, quando comparada à prova de trabalho, e isso se deve ao consumo energético empregado na mineração deste último. 

Muito embora o principal foco dessa atividade seja a questão ambiental e energética, a centralização da manufatura/operação/propriedade do hardware são frequentemente negligenciadas. Em maio de 2022, Decred deixou de ser uma blockchain majoritariamente de PoW para caminhar em direção ao PoS.

Mitesh Shah, fundador e CEO da Omnia Markets, uma plataforma baseada em blockchain com expertise em análises financeiras, tendências e notícias, declarou que “existem outros mecanismos de mineração, como a prova de autoridade, que seleciona validadores na rede baseado na sua reputação”.

“Também há a prova de espaço e tempo (PoST) disponível no blockchain Chia. Neste, utilizam-se os espaços vazios no disco rígido para armazenar, temporariamente, os dados randômicos da cadeia usada para validação na rede, e usar a quantidade de espaço para obter o próximo bloco e recompensas na blockchain”.

Ambas são alternativas mais sustentáveis.

A melhor alternativa

Daniele Servadei, cofundador da Sellix, uma solução de e-commerce criada para empreendedores digitais, informou que “a nano (XNO) é a melhor criptomoeda em termos de sustentabilidade, pois além desse aspecto em si, também é uma moeda descentralizada e segura. Não existem taxas e a experiência é amigável (intuitiva e instantânea)”.

“A nano não depende da mineração, e seu consumo de energia é menor que 0,111 watts-hora por transação.” Este é um exemplo que mostra que as criptomoedas não se resumem apenas ao bitcoin.

O ethereum provavelmente é o principal caso de mudança em operação e processo, pois houve uma redução de 99% do consumo de energia em 2022, devido à mudança no processo de validação para prova de participação com o The Merge.

Fonte: The Fintech Times

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