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A Apple pode estar lidando com a menor demanda dos consumidores e os crescentes desafios cambiais, mas o JPMorgan “não está preocupado” com a empresa de tecnologia.

O analista Samik Chatterjee reiterou uma classificação de boa performance da Apple (AAPL), dizendo na sexta-feira (01) que a empresa de tecnologia permanecerá resistente e subirá 40% ainda este ano, mesmo em meio a uma demanda mais lenta pelo seu carro chefe, o iPhone.

A nota sugere que, ao contrário do sentimento popular dos investidores e das expectativas de queda de estimativas por causa da desaceleração dos gastos dos consumidores e dos desafios do câmbio, o JPMorgan “acredita que as estimativas de curto prazo são resistentes em relação ao guia conservador já emitido pela empresa na última chamada de lucros.”

O JPMorgan manteve uma meta de preço de US $200 para ações da Apple, o que implica uma vantagem de 46% para a empresa com base no valor em que as ações fecharam na quinta-feira (30). As ações da Apple caíram 23% até agora em 2022.

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O analista acredita que um melhor controle da oferta, assim como a possibilidade de repassar os custos crescentes aos consumidores, “mais do que compensará” os desafios em torno da queda da demanda e da taxa de câmbio no ano fiscal de 2024. A nota também sugere que o JPMorgan “espera um crescimento de ganhos de dois dígitos e uma modesta reavaliação para as ações.”

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