O que você sabe sobre o assistencialismo? Vou te mostrar uma visão totalmente diferente do que você já viu até hoje sobre esse tema.

Você tem um herói preferido? Aquele que te inspira, que te faz pensar: “cara, eu queria ser assim!”. Seria incrível se eu tivesse esses super poderes!

Para todos os gostos, credos, opções sexuais, etnias, enfim… Se você gosta de alguma coisa nessa vida, provavelmente terá um herói, heroína ou anti-herói que atenderá a esse gosto.

Eles nos inspiram, nos fazem sonhar, nos causam medo, euforia, esperança e muitas vezes agimos de forma semelhante.

Eu particularmente nunca tive um herói ou anti-herói preferido mas aderi aos clichês “Hulk” e “Homem de Ferro”, apesar de a Marvel ter criado em seus 71 anos o absurdo número de  8 mil e tantos personagens (não sei o número exato). A DC então nem se fale, mais de 10 mil!

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Um mal necessário?

Já parou para pensar que o super vilão Ultron deriva dos estudos de Dr Hank Pym e Howard Stark (pai de Tony Stark, o homem de ferro)? Ou que um louco degenerado sempre foge do asilo Arkham e então precisa ser recapturado?

O que é o Venom (como conhecemos) se não o resultado de uma “intromissão” do Homem-aranha em uma área secreta de pesquisas?
A verdade é que os heróis, direta ou indiretamente criam problemas. Sem o Homem-aranha não existiria o Venom, que não geraria o Carnificina e que então não geraria o Anti-venom (o nome já diz para o que ele serve).


Muitos heróis não acabam por completo com os vilões pois se o fizerem, deixariam de ser necessários. Pensem em quantas mortes Goku teria evitado se não fosse tão bonzinho e acabasse de vez com Vegeta?

Ta, e o que isso tem a ver com política?

Não vou discutir aqui a legitimidade do estado ou se imposto é roubo, ok? Mas quero falar sobre os programas sociais e o quanto eles mais atrapalham do que ajudam.

Nas palavras de Ronald Reagan (1911–2004), “Acredito que o melhor programa social é o emprego”.

Os países Europeus já estão pagando a conta do assistencialismo. A Irlanda passou por um défice de cerca de 32% do PIB em 2008, a França recentemente sofreu com ondas intensas de protestos dos chamados “coletes amarelos” que se manifestaram contra a elevada carga de impostos nos combustíveis mas não somente isso, toda uma gigantesca conta envolvendo imigração, salário mínimo e o chamado “Welfare State”.

E o Brasil?

R$450 bilhões é um bom número? Pois este é o custo do assistencialismo Brasileiro. O Bolsa Família não é o único programa de assistência social e está longe de ser o maior gasto.

São necessárias reformas como a previdenciária e acredite, assim que elas forem – e se forem – aplicadas, a conta da irresponsabilidade virá com força total.

Basta olhar o Impostômetro e perceber que os trilhões arrecadados não são bem administrados. Os valores que supostamente deveriam ser aplicados em melhorias e suporte a população vão parar nas cuecas e o que de fato é convertido serve apenas para manter o sistema como está: forte, totalitário e escravagista.

Pergunto ao leitor. Na sua opinião, o que aconteceria se ao invés dos inúmeros programas assistenciais fosse estimulada a criação de empregos, redução drástica de impostos, abrissem o mercado, apoiassem fortemente a iniciativa privada e tornassem o Brasil um ambiente pouco hostil ao investidor?

Pois é. O estado é um “super-herói” que ao invés de acabar com o inimigo, o permite que escape para que o povo o veja como necessário. Assim ele vende a si mesmo como solução.