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A compra de ouro pelos bancos centrais diminuiu em relação ao ritmo recorde que vimos em 2018 e 2019, mas muitos países continuam a se abastecer com o metal amarelo.

Em agosto, ocorreu o primeiro declínio líquido global nas reservas de ouro dos bancos centrais, mas o número foi distorcido por uma grande venda por parte do Uzbequistão. No geral, sete países aumentaram suas reservas de ouro em uma tonelada ou mais em agosto.

A reserva líquida de ouro dos bancos centrais caiu 12,3 toneladas, de acordo com os últimos dados compilados pelo Conselho Mundial do Ouro (WGC). A última vez que os bancos centrais foram vendedores líquidos foi em dezembro de 2019.

O banco central uzbeques encolheu suas reservas em 32 toneladas. De acordo com o WGC, o Uzbequistão aumentou as exportações de ouro para gerar renda adicional para lidar com a pandemia de COVID-19.

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As compras líquidas combinadas em agosto somaram 19,7 toneladas. A República do Quirguistão foi o maior comprador do mês, adicionando 5 toneladas de ouro às suas participações. Os outros compradores foram:

  • Índia – 4 toneladas
  • Turquia – 3,9 toneladas
  • Emirados Árabes Unidos – 2,4 toneladas
  • Catar – 1,6 toneladas
  • Mongólia – 1,3 toneladas
  • Cazaquistão – 1,3 toneladas
  • Cingapura – 0,2 toneladas

O analista do Conselho Mundial do Ouro, Krishan Gopaul, disse que, apesar da queda nas participações líquidas de ouro dos bancos centrais em agosto, espera que eles continuem a ser compradores líquidos.

“A diversificação das reservas, especialmente longe do dólar americano, continua a ser um fator impulsionador, assim como o ambiente de taxas de juros ultra baixas. E, dados os anúncios recentes do Fed, parece que isso apoiará a demanda de ouro dos bancos centrais por mais algum tempo.”

O ouro e o bitcoin

As comparações entre o bitcoin e o ouro são inegáveis. Ambos trazem uma segura escassez controla em um mundo onde os bancos centrais agem como se não houvesse consequências para suas impressões descontroladas de dinheiro.

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Em 2020 a correlação do preço entre bitcoin e ouro chegou a impressionantes 76%, provando que eles têm muito em comum como reserva de valor. O ouro parece atrair investidores conservadores e com mais idade por conta da barreira tecnológica entre as gerações.

Assim como o ouro, o bitcoin ainda não é muito popular como moeda corrente na maioria dos lugares, mas ele já é muito utilizado para servir como um porto seguro, especialmente em países que sofrem com a inflação, como Argentina e Venezuela.

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