Os bancos centrais estão consumindo um quinto da oferta global de ouro, sinalizando um distanciamento do dólar americano, segundo o Goldman Sachs Group Inc.

“A demanda dos bancos centrais por ouro é a maior desde a era Nixon, consumindo 20% da oferta global”, disse Jeff Currie, chefe de pesquisa global de commodities do Goldman, em entrevista à Bloomberg Television na segunda-feira.

O ouro subiu para a máxima de seis anos em setembro, quando o Federal Reserve cortou as taxas de juros, deixando o ouro mais atrativo.

“O ouro não pode substituir totalmente os títulos do governo em uma carteira de investimentos, mas o caso para realocar uma parte da exposição ao ouro está mais forte do que nunca”, disse Goldman em nota na sexta-feira.

“Ainda vemos a ascensão do ouro, pois as preocupações com o ciclo tardio e a crescente incerteza política provavelmente apoiarão a demanda de investimento” por barras de ouro como um ativo defensivo.

Ou seja, enquanto os bancos centrais continuam imprimindo mais dinheiro estatal, eles se preocupam em acumular mais ouro em suas reservas.

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