O país de epicentro da pandemia de covid-19, a China, agora sofre de um problema diferente: após a revelação de novos casos em Pequim, os chineses passaram a fazer “corridas aos bancos”, temendo que não tenham dinheiro futuramente, caso a pandemia piore.

A situação da pandemia criou a crença de que os bancos e outras instituições financeiras “não são mais confiáveis”, o que levou o povo a desesperadamente sacar o máximo possível do dinheiro que possuem.

Governo tenta impedir o colapso dos bancos

A pressa para sacar o dinheiro dos bancos, seja por necessidade ou por desconfiança no sistema, gera um ciclo vicioso de ainda mais pessoas fazendo o mesmo, já que se todos tentassem sacar, o colapso seria inevitável. A razão para isso seria as reservas fracionárias, que permitem que o banco emprestem mais do que os saldos em depósito.

Então, se as pessoas de fato forem todas correr para os bancos realizar saques, os últimos a chegar certamente não conseguirão ver a cor do próprio dinheiro.

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Isso então resultou em uma medida drástica aplicada pelo Estado, que passou a regulamentar quem poderia sacar quanto dinheiro. O “plano de aplicação para aprovar quem fará grandes depósitos ou saques em bancos comerciais” começou dia 1º de julho.

“A regulamentação vem depois de uma série de operações bancárias realizadas no ano passado com pequenos credores carregados de dívidas e com uma contração econômica sem precedentes relacionada a uma pandemia que começa a custar caro.”

South China Morning Post informou neste domingo

Saques limitados

Desde a implementação da medida, os residentes chineses devem obter uma autorização do governo para sacar acima de 100.000 yuanes (R$76 mil) e empresas acima de 500.000 ¥ (R$ 383 mil). Para isso, devem informar a fonte do dinheiro e o propósito do saque, além de avisar o banco com um dia de antecedência para esperar a autorização.

Para bancos da província de Zhejiang e a cidade de Shenzhen na província de Guangdong os limites para indivíduos devem ser um pouco maiores e só começam a valer a partir de outubro, segundo informações.

O regulamento exige que “todo banco comercial integre seus sistemas de informação para minimizar a quantidade de relatórios exigidos por clientes individuais”, observou o Journal, alegando que esse regulamento visa principalmente “transações realizadas com dinheiro físico por meio de equipamentos rápidos de depósito e retirada de autoatendimento que evitam o monitoramento.”

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A agência de notícias informou que os clientes retiraram em massa seu dinheiro de Baoding, na província de Hebei, e de Yangquan, na província de Shanxi, devido a preocupações com a saúde dos bancos. Enquanto a China garante depósitos de até 500.000 ¥ por banco, a publicação indica que os investimentos em produtos de gerenciamento de patrimônio não são protegidos.

Bitcoin não precisa de autorização

Em meio a tantos problemas financeiros e desconfiança no sistema, uma alternativa válida seria um sistema totalmente transparente e verificável, como o blockchain proporciona para uma moeda.

O Bitcoin, desde seu início em 2009 até hoje tem todas as transações publicamente verificáveis em uma rede descentralizada, garantindo que, pelo menos dentro da rede, o dinheiro não seja inflacionado e se torne frágil.

Com criptomoedas, você não precisa de autorização de intermédios para criar sua carteira, e também pode adquirir moedas e gastá-las à vontade, sem limitações, afinal elas são realmente suas.

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