Há mais de três anos, um nativo da Holanda ganhou as manchetes quando disse ao mundo que ele e sua família venderam tudo por bitcoin. Naquela época, Didi Taihuttu e sua família venderam sua casa, objetos de valor e veículos para acumular o ativo digital.

Recentemente, Taihuttu discutiu como as coisas estão depois de três anos, explicando que 74% de seus criptoativos estão atualmente guardados em armazenamento frio.

‘Família Bitcoin’ mantém seis carteiras frias escondidas em vários países

Didi Taihuttu e sua família estão indo muito bem em 2021, vivendo como nômades digitais, de acordo com uma entrevista recente à CNBC. O Bitcoin.com News noticiou sobre a família Taihuttu em 10 de outubro de 2017, quando Didi Taihuttu disse à imprensa que ele e sua esposa venderam tudo por bitcoin (BTC). Em outubro de 2019, mostramos no Cointimes como a ‘Família Bitcoin’ estava bem, e estava longe de falir mesmo com o bear market.

Em sua última entrevista, Taihuttu revelou à CNBC que a família protege um total de seis carteiras de hardware escondidas em vários países.

Fotografia de Didi Taihuttu em 2017 e a casa que ele vendeu por bitcoin. Na entrevista à CNBC, Taihuttu disse que comprou BTC por US$ 900 a unidade.
Fotografia de Didi Taihuttu em 2017 e a casa que ele vendeu por bitcoin. Na entrevista à CNBC, Taihuttu disse que comprou BTC por US$ 900 a unidade.

“Eu escondi as carteiras de hardware em vários países para nunca ter que voar muito longe se precisar acessar minha carteira fria, a fim de pular fora do mercado”, comentou Taihuttu durante a entrevista.

O homem da família do bitcoin explicou que duas wallets estão na Europa, duas estão localizadas na Ásia, uma única carteira é mantida na América do Sul e a última carteira de hardware está armazenada na Austrália. No entanto, 26% do estoque de criptomoedas de Taihuttu está em carteiras quentes.

“Prefiro viver em um mundo descentralizado onde tenho a responsabilidade de proteger meu capital.”, frisou ele.

Didi revela que a família possui Litecoin, Bitcoin e Ethereum

Taihuttu chamou seus ativos em carteira quente de “capital de risco” e explicou que de vez em quando faz day trades. O nômade digital afirmou que lucrou com a recente volatilidade do dogecoin em 2021. Enquanto 74% do estoque de Taihuttu se estende por nações em cold storage, a família detalhou que possuía bitcoin (BTC), litecoin (LTC) e ethereum (ETH). A quantia exata do portfólio não foi revelada.

Em 2017, as pessoas chamavam Taihuttu de “louco”, mas ele comentou na época que sua família era “aventureira” e iria apostar por um momento para viver uma vida minimalista. “Se você nunca arriscar, a vida é chata.”

Durante sua entrevista esta semana, Taihuttu disse que está tentando colocar soluções de armazenamento frio em todos os continentes do mundo. Quando se trata de correios e instituições financeiras, no entanto, ele considera esses serviços “muito arriscados”.

“O que acontece quando uma dessas empresas vai à falência? Onde estão meus bitcoins? Terei acesso? Você mais uma vez colocou a confiança do seu capital nas mãos de uma organização centralizada”, disse Taihuttu durante sua entrevista. O homem explicou, embora, que acredita que existem algumas soluções de armazenamento frio centralizadas que administram bem os fundos. Taihuttu adicionou:

“Eles têm belas configurações para herança. Quando você morre, essas empresas lidam com isso também, e eu realmente acredito que elas estão fazendo um ótimo trabalho.”

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