A Rothschild Investment Corporation comprou 27 bitcoins por meio de ações GBTC da empresa Grayscale. O grupo possui uma cesta de ativos de US$ 1,4 bilhão, agora com US$ 235 mil mantidos em btc.

Essa não é a primeira vez que a família mais rica da terra se envolveu com criptomoedas. Evelyn Blomfield, ex-Diretora Executiva da Rothschild no final dos anos 90, foi a presidente de uma Oferta Inicial de Moeda, o ICO da PlatinumDEX.

Buterin Vitalik, criador da rede Ethereum comentou em seu Twitter:

“Os ‘Rothschilds’ são remotamente tão poderosos e coordenados quanto os teóricos da conspiração parecem acreditar, ou eles são apenas um grupo de socialites da velha guarda e todas as outras coisas são exageradas?”

Vitalik acrescentou: 

Eles são apenas pessoas nascidas em várias posições antigas da alta sociedade, e as teorias de que são qualquer coisa além disso são bastante infundadas.

A família Rockefeller, também uma das mais ricas do mundo, começou a investir em startups de criptomoedas e blockchain em 2018.

Investimentos institucionais

O ano de 2020 está marcando a entrada de investidores institucionais no mercado de criptomoedas. Fundos de investimento, como a Grayscale, Bitcointrust, MicroStrategy e empresas de capital aberto já possuem cerca de 2.87% do estoque de bitcoins em circulação, e esse valor deve aumentar.

Para o ex-banqueiro Raoul Pal, existe uma “parede de dinheiro” entrando nesse mercado.

“Ainda não chegamos lá, mas isso está acontecendo. A seguir estão as instituições, fundos patrimoniais, planos de pensão e, dentro disso, você encontrará algum governo… de repente, digamos que aloquemos 5% em bitcoin.”

Para ele, o bitcoin pode atingir 1 milhão de dólares em 5 anos. Esses investimento parecem ter despertado interesse de investidores mais conservadores. As empresas que investiram em bitcoin tiveram um aumento expressivo no valor de suas ações.

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