O Financial Times estabeleceu-se como uma voz de esforço social dedicada à reforma do capitalismo com o lançamento de uma nova ação de marketing. A campanha ‘Nova agenda’ marca a mensagem mais significativa da editora desde a crise financeira global de 2008, com a intenção de posicionar o FT na linha de frente do debate sobre o rumo do econômico atual.

Com a manchete “Capitalismo: Hora de um Reinício”, a discussão se concentrará na busca de lucro e em como promover um senso mais amplo de propósito corporativo.

O editor Lionel Barber explicou: “O modelo capitalista liberal proporcionou paz, prosperidade e progresso tecnológico nos últimos 50 anos, reduzindo drasticamente a pobreza e elevando os padrões de vida em todo o mundo”.

“Mas, na década desde a crise financeira global, o modelo ficou sob pressão, particularmente o foco em maximizar lucros e valor para os acionistas. Esses princípios de bons negócios são necessários, mas não suficientes. Está na hora de uma redefinição.”

Crise à vista?

Contrariando a Teoria dos Ciclos Econômicos da Escola Austríaca, a mídia tradicional de novo tenta culpar o livre mercado, propondo diferentes abordagens de intervenções estatais.

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“Negócios devem realizar lucros, mas também devem servir a um propósito.”