• FMI indica como dinheiro eletrônico e mudanças no dinheiro em papel poderiam gerar um ambiente de juros excessivamente negativos e inflação zero
  • Bitcoiners criticam artigo do FMI: “uma distopia”

“1984 não é apenas algo que acontece naturalmente. Há grupos como o FMI trabalhando duro para torná-lo realidade.”, esse é o comentário de Samsom Mow, CEO da Pixelmatic e um dos responsáveis pelas bitcoin bonds de El Salvador, sobre uma publicação do FMI sobre o futuro do dinheiro. 

Chamada de “O Padrão de Dinheiro Eletrônico e a Possibilidade de uma Meta de Inflação Zero”, a publicação do FMI prevê um futuro visto por muitos como distópico. Nela, o órgão internacional afirma que o dinheiro eletrônico ou CBDC poderá ter um papel fundamental em uma possível política com juros excessivamente negativos em busca de uma inflação artificialmente próxima a zero. 

FMI: um desastre ainda maior para o meio ambiente

No paper, o FMI defende o aumento de gastos agora, visto que as taxas de juros estão negativas, os poupadores são prejudicados em “todos” os cenários. 

“A taxa de juros real é a taxa de juro nominal ajustada pela inflação. Dada a inflação esperada, um corte nas taxas nominais se traduz em um corte nas taxas reais que aumenta os gastos tanto inclinando incentivos para os gastos agora e não mais tarde e através de uma constelação de efeitos de riqueza em favor dos mutuários em cada relação mutuário-credor — mutuários que provavelmente gastarão mais livremente do que os credores correspondentes. Essa lógica se aplica a famílias, empresas e governos”

Isso significa que empresas, governos e famílias serão incentivadas a aumentarem o consumo. Como resultado, veremos a política monetária dos BCs incentivando a destruição da natureza por meio de incentivos perversos de consumo.

“Dinheiro em papel limita os poderes do governo”, mas isso está para acabar

Notas de dólar e real

Outro incentivo perverso do paper publicado pelo FMI, vem da indicação de que o dinheiro em papel está com os dias contados da maneira como conhecemos. 

“Há mais de uma maneira de modificar a política de moeda de papel para evitar lucros de arbitragem… Um limite inferior zero pode ser quebrado através de uma combinação de (1) adotar ou fortalecer um padrão de dinheiro eletrônico no qual o dPixelmaticinheiro eletrônico é a unidade da conta e (2) implementar uma taxa de juros que varia o tempo (ou, mais geralmente, taxa de retorno) em moeda de papel (dinheiro). Então, à medida que a taxa de juros em dinheiro se move em linha com as taxas oficiais, não há arbitragem entre dinheiro em papel e dinheiro no banco.”

O paper afirma que eliminar o dinheiro de papel seria muito controverso, por isso a ideia de modificá-lo poderia ser implementada, fortalecendo o poder dos Bancos Centrais sem gerar tantas polêmicas.

“Rogoff e Rogoff (2017) argumentam que é bom aumentar o poder do governo de suprimir atividades intensivas em dinheiro que são ilegais, como o comércio de drogas mortais e a evasão fiscal. No entanto, enquanto a maioria favorece a supressão da atividade ilegal, nem todos são a favor de fazê-lo eliminando dinheiro.”

A peça essencial desse aumento de poder dos BCs sob a economia seriam as CBDCs ou moedas digitais dos Bancos Centrais. A mudança entre os dois tipos de economia poderia ser duradoura, mas inevitavelmente resultaria em uma sociedade sem dinheiro em papel: 

“A articulação de um objetivo de longo prazo de uma economia sem dinheiro em papel pode ser útil para navegar na política de mover moeda de papel de um papel central para um periférico no sistema de transição; alternativamente, um padrão de dinheiro eletrônico com dinheiro ainda em cena pode persistir como um compromisso duradouro entre um padrão de papel e uma economia sem dinheiro.”

Segundo eles, há diversos benefícios dessa abordagem como possibilidade de diminuição de episódios de hiperinflação, taxas inflacionárias próximas a zero e maior maleabilidade de políticas para os BCs. 


“[O FMI está] tentando projetar a sociedade como se fôssemos um grande experimento científico. Zero empatia. Felizmente, os cidadãos podem optar por sair dessa bobagem com o Bitcoin”

, afirmou Alex Gladstein, CSO da Human Rights Foundation.

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