A Alemanha se despede da Copa do Mundo trazendo um pouco de alívio ao nosso fantasma do Mineirão, mas não o suficiente para nos consagramos campeões.

No famigerado 7×1 não foi só o Kroos que deixou no chão a nossa defesa, gols da Alemanha ocorrem diariamente. Eles demonstram o motivo pelo qual conseguem trabalhar muito bem sob pressão (não só a bola). Destaca-se que em campo não foi utilizado o fator sorte, mas sim paciência e estratégia, vocábulos que podemos reconhecer em outros campos de ataque.

4º lugar versus 79º lugar

A Alemanha ocupa um dos maiores IDHs (índice de desenvolvimento humano) do mundo. Aparecem em quarto lugar, enquanto o Brasil ocupa a 79º posição, perdendo para seus vizinhos Argentina, Costa Rica e Chile.

Isso demonstra que deixamos a desejar, e muito, nos indicadores de educação, de longevidade e de renda per capita.

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Para se ter uma ideia, a média de escolaridade de um alemão é de 13,2 anos de estudo. Enquanto isso, o brasileiro cursa quase a metade: 7,8 anos.

Gráfico IDH mundial comparativo entre Alemanha e Brasil
Brasil ocupa a 79ª posição no gráfico de IDH, atrás do Azerbaijão. Fonte – O GLOBO

4 gols em número de desempregados

Ainda vale lembrar que o país germânico tem uma das menores taxas de desemprego do mundo: 3,5%, quatro gols, quero dizer, quatro vezes a menos do que o Brasil, com taxa atual que ultrapassa 13%.

Como a quarta maior economia do planeta, a Alemanha continua em expansão, batendo incontáveis hat-tricks. Apresentando-se como um mercado tecnológico, seu investimento em inovação e infraestrutura possibilita a exportação de bens de consumo, possuindo uma elevada taxa de confiança de sua população no mercado.

Já a economia brasileira depende, em grande parte, da exportação de commodities. Produtos de extrema importância, mas com pouco valor agregado. A confiança do brasileiro na economia é considerada péssima segundo o Índice Nacional de Confiança da Associação Comercial. Em outros campos, apenas 29% da população confia no judiciário e 6% na política, que é considerada a menor taxa mundial.

Os reflexos são claros e caros. Pagamos diariamente o preço da nossa ignorância e da falta de investimento em educação e tecnologia.

Alemanha: “Bitcoin é meio de pagamento legal”

Consagrando-se como um dos países mais tecnológicos do mundo, recentemente o Ministro das Finanças da Alemanha admitiu o Bitcoin como um meio de pagamento legítimo, livre de taxas, reconhecendo a evolução tecnológica nos meios financeiros. Com isso, é possível pagar seu café tranquilamente por meio de criptomoedas, sem a utilização de um banco intermediador.

Em contrapartida, na ausência de conhecimento técnico, os tupiniquins chegaram a cogitar criminalizar o uso de criptos, igualando-as à marginalização e condutas ilícitas. O assunto inclusive ainda vem sendo debatido, embora exista a expectativa de um cenário mais positivo e de regularização que tire o “fantasma” em cima da visão de desconhecimento geral dos brasileiros diante do novo.

Proibir a emissão ou comercialização em território nacional é um não entendimento do caráter descentralizado das criptomoedas.

A ignorância que nos leva a ocupar uma das últimas posições no ranking da educação, trazido pela OCDE, mostra que nem após quatro anos teremos evoluído o necessário para empatarmos ou virarmos o jogo. Bom, pelo menos não fora do campo.


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