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Nesta sexta-feira (24), o grupo financeiro Credit Suisse reduziu a meta de preço das ações da montadora de veículos elétricos. O motivo está atrelado à possibilidade de déficit de entregas dos fornecedores chineses por conta do lockdown e medidas de saúde para conter o Covid em Shanghai.

A meta de preço foi reduzida de US $1.025 para $1.000 também por conta do aumento de competidores no setor, execução fraca do plano de crescimento, problemas com restrições causadas pelo Covid, e inflação nos preços de entrada.

Dan Levy, um analista do Credit Suisse, citou outros problemas a curto prazo para a Tesla (TSLA), incluindo a recente liquidação do crescimento, as interrupções de produção na China, a escassez de semicondutores e as pressões inflacionárias.

O Credit Suisse reduziu sua estimativa de margem bruta para o segundo trimestre de 24,7% para 22,7%, a comparação foi feita com a margem do primeiro trimestre de 30%.

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No entanto, o grupo ainda acredita nas ações da empresa visto que “a Tesla continua sendo a líder global em veículos elétricos,” por isso, apesar dos riscos crescentes dentro da cadeia de suprimento, o Credit Suisse acredita que “a liderança da Tesla sobre outras montadoras é ampliada por sua experiência no setor.”

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