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No último mês acompanhamos um momento de irracionalidade no mercado tradicional, apesar de estarmos no auge da pandemia do COVID-19, o Ibovespa havia apresentando um momento de grande valorização, chegando próximo aos 100 mil pontos.

Essa irracionalidade parece ter acabado nessa última semana, tanto com o mercado norte-americano quanto o brasileiro operando em baixa.

variação dos ativos nos dois últimos meses

O Bitcoin acompanhou essa movimentação e apresentou uma desvalorização de 6.5%, com isso, sua correlação com o índice americano voltou a se tornar positiva no curto prazo, o que reforça a tese que em momentos de estresse de mercado, o Bitcoin apresenta uma correlação considerável com o mercado de capitais.

Em termos de volatilidade e volume, o mercado está com um comportamento decrescente, o que está fazendo com que grande parte dos players operem vendidos em relação a volatilidade do Bitcoin, visto que existem mais opções vendidas que compradas (55% das posições de call e put estão vendidas).

Por fim, o comportamento de mercado mais importante de se destacar no útlimo mês é a perda de dominância do Bitcoin em relação aos demais criptoativos nos últimos dois meses.

Essa perda de dominância está ligada com a impressão massiva de Tether nesse ano (foram emitidos mais de 5 Bilhões de unidades), o que pode representar um grande risco para o mercado, visto que os criadores da stablecoin estão enfrentando um processo de mais de 150 páginas na corte norte americana por manipulação do mercado e impressão de tokens sem lastro.

Média de volume do mercado spot

Além disso, o ativo possui um risco para a estabilidade e liquidez do Bitcoin, visto que o Tether é o ativo que possui mais paridade com a criptomoeda, superando inclusive o dólar.

Esse risco iminente que essa stablecoin representa foi o tema do nosso estudo dessa semana, que você pode conferir na íntegra baixando gratuitamente nosso relatório completo.

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