Não basta o colapso econômico. A população teve de lidar com o segundo apagão deste mês na Venezuela atingia ontem 20 dos 23 Estados, de 16 na segunda-feira.

O governo decretou feriado, com suspensão das aulas e da jornada de trabalho, o que deixou a maior parte das ruas da capital Caracas vazias.

O país de 30 milhões de habitantes voltou a ficar no escuro poucos dias depois da maior falha elétrica de sua história, que começou em 7 de março e durou quase uma semana.

Além da capital, o apagão afeta 21 dos 23 estados do país, de acordo com usuários de redes sociais. O governo do presidente Nicolás Maduro não divulga informações sobre o impacto deste tipo de emergência.

A falta de luz prejudicou empresas e o comércio (foto), paralisou exportações de petróleo e interrompeu parte das operações no Aeroporto Internacional de Maiquetía, na capital. Afetou também fornecimento de água e combustível.

O blecaute atingiu zonas rurais e urbanas. Em algumas regiões de Caracas, a luz voltou por volta das 13h, depois de 24 horas de interrupção. Cidades do oeste do país, como Maracaibo e Barquisimeto, permaneciam sem luz ontem à noite. O primeiro apagão do mês começou em 7 de março e deixou milhões sem luz por seis dias, além de dezenas de mortos em hospitais.

Segundo um comunicado divulgado por Maduro pelo Twitter, “o sistema nacional de eletricidade sofreu dois ataques terroristas desonestos nas mãos de violentos” com “objetivos desestabilizadores”.

O primeiro ataque, afirmou Maduro, ocorreu às 13h29min, horário local, na segunda-feira, na área de geração e transmissão da usina hidrelétrica de Guri, no estado de Bolívar (Sul), que fornece 80% da energia da Venezuela. O segundo teria sido registrado às 21h47min.

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