Como consequência, os criminosos conseguiram roubar o equivalente a R$ 3,8 milhões em criptomoedas. Conforme relatado pelo Organismo de Investigação Judicial (OIJ), os criminosos chegaram ao local do crime em dois carros de luxo, e aparentemente possuíam algum tipo de treinamento, devido a uma abordagem padronizada. Por alguma razão, os criminosos já sabiam que as vítimas possuíam criptomoedas. Ainda não está claro de onde essas informações podem ter vindo. Michael Soto, vice-diretor do OIJ afirmou que os criminosos “estavam muito seguros sobre o que estavam procurando”.. “São pessoas que têm um conhecimento prévio do que vão fazer, não é por acaso, mas sim que já há toda uma preparação logística no assunto, com uma ordem na entrada, e é muito bem estruturado”. Crimes envolvendo criptomoedas estão se tornando mais comuns ao longo dos anos, à medida que o mercado se torna mais popular. Para evitar problemas desse tipo, pode ser prudente não expor publicamente uma posse de criptomoedas, bem como utilizar ferramentas de proteção de privacidade. Dados de empresas e exchanges também podem ser usados para realizar este tipo de assalto.
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