O estrategista-chefe de commodities da Bloomberg, Mike McGlone, compartilhou nesta quinta-feira (16) um gráfico que, em sua opinião, mostra por que o Bitcoin pode chegar a  US$ 100.000 este ano.

Em uma publicação no Twitter, McGlone afirmou que o Bitcoin provavelmente fará um “avanço significativo em 2021”, potencialmente atingindo a marca de 6 dígitos em dólar.

Ele acredita que, se esse rali acontecer, será alimentado pelas tendências anteriores do Bitcoin, sua oferta em declínio e adoção convencional. Anteriormente, o estrategista de commodities da Bloomberg também mencionou que a regulamentação dos EUA não deve interromper o avanço da criptomoeda.

Em outras ocasiões, McGlone mencionou várias vezes a importância da deflação programada do Bitcoin, que é um fator benéfico contra a depreciação constante da moeda fiduciária conduzida pelos governos ao redor do mundo.

178.000 BTC saindo das corretoras

De acordo com dados compartilhados pela plataforma Arcane Research, a quantidade de Bitcoin mantida em reservas pelas exchanges de criptomoedas caiu drasticamente.

No momento, diz o tweet recente, os saldos de corretoras de Bitcoin caíram para os níveis vistos pela última vez em agosto de 2018 – durante o primeiro ano do “inverno cripto”. A análise também observa que os usuários estão sacando seus bitcoins das corretoras em ritmo acelerado nos últimos dois meses.

Desde 27 de julho, impressionantes 178.000 BTC foram sacados de plataformas de negociação de criptomoedas. Isso é o equivalente a quase R$ 45 bilhões na taxa de câmbio atual.

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