Coingoback

Neste sábado (13), o preço do Bitcoin atingiu um novo recorde, chegando a US$ 60.120 por moeda. O Bitcoin (BTC) agora tem uma capitalização de mercado de 1,12 trilhão de dólares de acordo com dados do Coingolive. Isso acontece logo após a economia americana se preparar para receber uma injeção trilionária através de uma nova rodada de auxílio emergencial.

Desde o início da pandemia, somente os EUA já emitiram mais de 5 trilhões de dólares, o equivalente a 5 vezes o market cap do Bitcoin. Além disso, esforços ao redor do mundo como em continuar aquecendo o consumo, como o próprio Brasil injetando bilhões de reais na economia através do Banco Central preocupa os investidores dos riscos de uma maior inflação.

E com o Bitcoin alcançando hoje a marca de 10% do marketcap do ouro, se fortalece a narrativa de que a criptomoeda pode ser a reserva de valor da próxima geração. Para Michael Saylor, CEO da MicroStrategy, empresa que comprou mais 262 BTC nessa sexta-feira (12), o ouro é “lento demais para o século XXI” e os seus US$10 trilhões em valor de mercado poderiam se mover para o Bitcoin.

E ele não é o único a comprar Bitcoin com essa tese de investimento. Há cerca de 10 meses, o lendário gestor de fundos Paul Tudor Jones afirmou que o BTC poderia servir o papel que o ouro desempenhou nos anos 70.

“Estamos testemunhando a Grande Inflação Monetária – uma expansão sem precedentes de toda forma de dinheiro, diferente de tudo o que o mundo desenvolvido já viu”, disse Jones em carta para os investidores do seu fundo Tudor BVI, que administra mais de US$ 22 bilhões.

PTJ passou a alocar pelo menos 1% dos seus ativos em bitcoin, e muitos outros investidores seguiram seus passos. Hoje já são 25 empresas de capital aberto que possuem BTC em caixa como um ativo de reserva que pode melhorar o desempenho da companhia. Um dos maiores exemplos é a Tesla, incluída como uma das principais posições do índice S&P 500, e em apenas dois meses já está ganhando mais dinheiro com Bitcoin que com a venda de carros elétricos.

O recorde de preços do Bitcoin é batido apenas um dia depois de completar um ano do crash do covid-19, quando em 12 de março de 2020 a criptomoeda caiu 50% para US$ 3.800 ou R$ 25.600.

Desde então, o BTC subiu mais de 1200% batendo diversos recordes, incluindo de transações na rede e poder computacional. E enquanto as moedas fiduciárias continuam inflando e perdendo valor, o Bitcoin, como um software de código aberto, segue melhorando e se prepara para uma nova grande atualização que pode ocorrer ainda este ano.


Leia também: Atualização que pode fazer o Bitcoin explodir é prevista para o meio do ano

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