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O Brasil está liderando a inclusão financeira digital na América Latina, providenciando o primeiro acesso a contas bancárias de milhões de pessoas.

Segundo pesquisas do Grupo Banco Mundial e do IBGE, divulgadas pelo Fórum de Economia Mundial, os pagamentos digitais estão impulsionando uma grande mudança no setor bancário brasileiro visto que, nos últimos 10 anos, o Brasil observou um aumento na inclusão financeira.

O aumento da migração para serviços online, forçado pela pandemia da COVID-19, significa que 85% dos brasileiros agora têm acesso a serviços financeiros, um dos maiores aumentos da população bancária visto em décadas. 

Ainda que algumas políticas ou regulamentações governamentais possam criar barreiras de acesso ao mercado, o cenário regulatório brasileiro permitiu aos bancos digitais alavancar novas tecnologias fundamentais para o crescimento da inclusão financeira observada durante a pandemia. 

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Um dos maiores símbolos dessa inclusão por meio de pagamentos digitais foi a introdução do Pix, um sistema de pagamento em tempo real lançado em 2020 pelo Banco Central. Segundo informações divulgadas pela própria instituição, o Pix permitiu que mais de 40 milhões de pessoas fizessem sua primeira transferência bancária.

O Pix teve a curva de adoção mais rápida entre todos os sistemas de pagamento em tempo real pesquisados no mundo pelo Banco de Compensações Internacionais, o número de usuários aumentou de 41 milhões para mais de 124 milhões entre novembro de 2020 e março de 2022. 

O sistema é agora amplamente utilizado para programas de assistência social, como o Bolsa Família, mostrando como a criação da infraestrutura de pagamentos em tempo real pode ser uma ferramenta importante para que Bancos Centrais promovam serviços financeiros acessíveis.

Além do Pix, o Banco Central pretende estimular outro aspecto dos pagamentos digitais no Brasil, o Real Digital, CBDC que deverá sair do papel até 2024. Ainda que vinculado à mesma estrutura de pagamentos mais tradicionais, o Real Digital pode trazer maior segurança e rapidez em transações internacionais, prevenção contra fraudes, e diversos outros benefícios como uma moeda verdadeiramente digital, utilizando tecnologia blockchain.

As CBDCs serão melhores do que moedas tradicionais?

Para aqueles que não abrem mão da descentralização, o Pix é uma importante ferramenta para abrir caminho à novas tecnologias que permitem a existência de Moedas Digitais Descentralizadas – em oposição às centralizadas, dos bancos centrais – como é o caso do Bitcoin (BTC), Bitcoin Cash (BCH), Nano (XNO), Monero (XMR), Litecoin (LTC), entre outras.

A “desmistificação” de pagamentos digitais e armazenamento financeiro que vem sendo construída por aplicativos intuitivos auxilia a adaptação da população brasileira, acostumada a lidar apenas com dinheiro vivo, na transição tecnológica para o dinheiro digital, que está surgindo e tomando espaço com advento da Blockchain.

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