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A Securities and Exchange Commission (SEC) anunciou que está discutindo a aprovação de um ETF de Bitcoin da empresa VanEck. Com a medida, a SEC tem 45 dias para aprovar, negar ou estender o prazo para 240 dias. 

A notícia chega após dois ETFs brasileiros ganharem o aval da CVM para listagem na B3, a maior Bolsa de Valores da América Latina. Em menos de uma semana recebemos a notícia de que a Hashdex lançará um ETF com uma cesta de 6 criptoativos.  Enquanto hoje (19/03) na parte da manhã a QR Capital anunciou o primeiro ETF somente de bitcoin da América Latina

Pressão indireta dos brasileiros

A CVM faz parte da Organização Internacional de Valores Mobiliários (lOSCO, em inglês), que tem como afiliados a canadense OSC, a SEC e diversos outros órgãos reguladores.  

 “A IOSCO desenvolve, implementa e promove a adesão a padrões reconhecidos internacionalmente para a regulação de valores mobiliários. Trabalha intensamente com o G20 e o Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) na agenda de reformas regulatórias globais.”

Além do Brasil, o Canadá foi um dos primeiros países a permitir um ETF de Bitcoin, que recebeu cerca de US$420 milhões em investimento em apenas dois dias. Com membros importantes da lOSCO dando aval a diversos ETFs, a SEC pode se ver pressionada a permitir um nos Estados Unidos. 

Apesar disso, a SEC tem negado todos os ETFs de Bitcoin e criptoativos que a VanEck tentou protocolar desde 2017. O órgão regulador afirma em sua defesa que este é um mercado “manipulado” e com “extrema volatilidade”. 

O mercado dos EUA é o que mais movimenta bitcoin no mundo e um ETF poderia impulsionar a adoção dos criptoativos como mais um tipo de investimento, principalmente pelos investidores institucionais. 


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