A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou o primeiro ETF somente de Bitcoin da América Latina na B3, o QBTC11 da QR Capital dará pela primeira vez ao investidor da Bovespa a possibilidade de investir apenas em BTC.

A novidade foi anunciada há poucos minutos no Valor Investe, no qual o executivo Fernando Carvalho, fundador da companhia, deu vários detalhes sobre o produto. Dentre elas que a oferta primária deve movimentar R$500 milhões. 

O ETF brasileiro seguirá o índice CF Benchmarks, o mesmo usado pela Chicago Mercantile Exchange, a primeira a lançar derivativos de bitcoin e outros criptoativos nos Estados Unidos. A medida vem depois de muitos estudos sobre a regulamentação da CVM, disse Fernando Carvalho ao Valor: 

Estudamos profundamente a Instrução 359 da CVM [que trata de ETFs] e estendemos os desafios que existiam em relação ao produto bitcoin. Hoje entendemos que a infraestrutura está pronta para o que estamos propondo


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 QR Capital terá concorrência com o primeiro ETF de bticoin? 

 Há poucos dias a Hashdex anunciou o ETF Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice (HASH11), que também pretende ser listado na B3. Mas diferente do QBTC11, o EF da Hashdex será atrelado com uma cesta de 6 criptoativos sendo eles  Bitcoin (78,61%) e Ethereum (16,86%). Bitcoin Cash, Chainlink, Litecoin e Stellar totalizam 4,53%.

Sendo um dos 4 primeiros ETFs do mundo, o  QBTC11 permitirá que investidores comuns comprem bitcoin sem precisar guardá-lo em uma carteira de criptomoedas. Em suma, os brasileiros poderão se expor ao BTC sem se preocupar com as características únicas do criptoativo e aproveitar a volatilidade.

Essa é uma ótima oportunidade para investidores institucionais, que agitaram o mercado de criptomoedas nos últimos 6 meses. Tesla, MicroStrategy e a brasileira Yubb estão entre as dezenas de empresas que aportaram no bitcoin, a criptomoeda é vista como um porto seguro contra uma possível tendência de inflação monetária e desvalorização do dinheiro estatal. 

Novos produtos para estes grandes investidores começaram a surgir no mercado brasileiro. A Foxbit, uma das mais tradicionais corretoras de bitcoin do Brasil, lançou há 4 dias o Foxbit Business – focado em empresas que querem se proteger do real. 

A moeda brasileira foi a pior do mundo em relação ao dólar entre os países em desenvolvimento e desenvolvidos em 2020 e vem com um péssimo desempenho em 2021.

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