O Bitcoin tem muito mérito por ter sido a primeira criptomoeda de sucesso do mundo, tendo Satoshi Nakamoto criado pela primeira vez a escassez digital. Porém, desde a criação do Ethereum, milhares de outras criptos e tokens foram desenvolvidas para diferentes fins e nichos de mercado.

Os brasileiros também contribuíram para o desenvolvimento desse ecossistema, com diversos projetos tendo sido realizados por times do país. Confira agora as principais criptomoedas brasileiras.

*O Cointimes não apoia qualquer criptomoeda ou projeto, o texto tem o intuito apenas de mostrar o trabalho de brasileiros e não sua confiabilidade, veracidade e outros requisitos. Se alguém quiser um review, por favor entre em contato.

B2U Coin

A B2U Coin é uma criptomoeda desenvolvida pela exchange brasileira Bitcointoyou, pioneira em terras nacionais, atuando no mercado desde 2010. A sua pré-venda da ocorreu no dia 10 de setembro de 2020 e ela tem como objetivo ser uma cripto com transferências instantâneas, sem taxas e com alta aplicabilidade em pagamento de contas, boletos e transações diárias. Segundo a empresa, também fará sentido “ter, gastar e poupar” a B2U Coin.


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A segurança da rede será baseada em PoS (Proof of Stake), a mesma tecnologia que será adotada pela pela Ethereum 2.0. A B2U contará com blockchain própria a partir da segunda fase do projeto, sendo ainda a primeira centralizada pela empresa.

Vantagens:

  • Desconto de 30% em trade na plataforma da empresa. 
  • Maquininha para receber pagamentos em B2U Coin e criptomoedas.
  • Maquininha permitirá vender B2U Coin e criptomoedas através do PIX, Cartões de crédito, débito e dinheiro.
  • Cashback em B2U Coin.
  • Transações instantâneas e sem taxas

Hathor

A rede Hathor não é oficialmente brasileira, porém conta com o fundador brasileiro Marcelo Salhab, que desenvolveu a criptomoeda em em seu P.h.d. Assim como a rede Tron, a Hathor pretende ser uma forte concorrente da rede Ethereum com alta escalabilidade e facilidade para utilização e criação de tokens e smart contracts.

Segundo a empresa “qualquer criança de 13 anos pode criar seu próprio token para se divertir. Você não precisa saber sobre “gás”, “solidez” ou parafernália “ERC 20”.”

A tecnologia pretende ser uma “evolução natural do blockchain do Bitcoin, alcançando mais de 200 transações por segundo sem coordenador central ou masternodes.”

Atualmente a criptomoeda está na posição #2782 no coinmarketcap.

Bitblocks

A Bitblocks (BBK) é uma criptomoeda brasileira criada em 2018 que surgiu de um fork da cripto PIVX. Ela foi pensada para mercado de entretenimento, com foco principal nos e-sports. A empresa pretende “levar o conhecimento das criptomoedas através dos games”. 

A altcoin permite transações instantâneas com taxa zero e conta com recursos de privacidade para transações anônimas. A cripto já tem cerca de 245 milhões de BBK em circulação, com emissão máxima de 584 milhões de unidades. Assim como a B2U, a criptomoeda conta com a mineração PoS.

Vale lembrar que o mercado de games cresceu muito nos últimos anos e já movimenta mais dinheiro que a indústria do cinema. O Brasil em 2019 alcançou a 13º posição no ranking de mercados mundiais de games e isso pode influir sobre o desempenho da moeda.

No site Bitblocksesports você pode conferir as principais parcerias da empresa no mundo dos esportes digitais.

Site Bitblocksesport
Site Bitblocksesports

Niobiocash

A Niobiocash é uma criptomoeda brasileira criada em novembro de 2017. Não houve ICO (Inicial Offer Coin) nem pré mineração, sendo todas as moedas mineradas do zero.

A cripto utiliza a mineração em Proof of Work, mesma tecnologia utilizada no Bitcoin. A moeda conta com 140 bilhões de unidades em circulação, com limite máximo de 336 bi de unidades e conta com uma capitalização de 200 mil reais.

Segundo os desenvolvedores, 5% do total obtido através da mineração é retornado “para o incentivo à pesquisas sobre as riquezas minerais brasileiras”, especialmente para o nióbio, metal muito importante para a indústria tecnológica.

A Niobiocash utiliza o algoritmo CryptoNote, o mesmo usado na criptomoeda Monero e tem foco principal na privacidade das transações.

WibX

Essa “criptomoeda” surgiu no Brasil com a ideia de aproximar os clientes dos comerciantes em uma espécie de marketplace de divulgação. Ela traz uma maneira dos empreendedores recompensarem seus clientes mais fiéis por divulgarem informalmente seus negócios.

Ela já funciona e apesar dos atrasos e contratempos.

A plataforma conta com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica como parceiro de tecnologia, além de diversas outras parcerias como a Allianz, Petz e Picpay, segundo o site da Wibx.

Veja o nosso review sobre a Wibx.

CriptoBRL

Segundo a empresa por trás do projeto o “Crypto-BRL, ou cBRL, é uma criptomoeda com paridade de (1:1) com o Real Brasileiro (BRL)”. Desenvolvido utilizando o padrão ERC20, o token é baseado no blockchain do Ethereum.

As stablecoins, moedas que mantém sua paridade com algum determinado ativo, são bastante utilizadas quando se há a necessidade de eliminar a volatilidade das criptos.

Usualmente são utilizadas para realização de transações no mercado financeiro e para facilitar a transferência de reais entre corretoras de criptomoedas.

Zcore Network

A Zcore é uma criptomoeda que surgiu de um fork da Dash e utiliza o algoritmo NeoScrypt para mineração através de Proof of Work. 

A cripto surge com o intuito de ser um sistema de pagamentos. O supply máximo da moeda é de 18 milhões, menos ainda que próprio bitcoin, que contará com 21 milhões de unidades. A rede conta com dois tipos de transação possíveis a instant send e a private send. Tendo a segunda o foco em privacidade.

A Zcore conta com um marketcap de 398 mil dólares, sendo cada unidade da moeda cotada a US$ 0.050.

Lunes

A Lunes é uma criptomoeda brasileira que tem como foco facilitar a adoção das criptomoedas no mundo. O seu ICO chamou muita atenção por ter arrecadado US$ 2.3 milhões. A cripto segue na filosofia de integração e possui uma wallet que permite o armazenamento de diversas criptomoedas.

O LunesMarket é uma exchange descentralizada onde você poderá negociar os tokens desenvolvidos na plataforma.

Também é possível fazer o registro de documentos em blockchain através da plataforma Lunes Truth.

O supply da moeda está em torno de 150 milhões de unidades e seu marketcap está próximo de 480 mil dólares.

O mundo das criptomoedas é realmente muito grande e muitos outros projetos foram desenvolvidos por brasileiros, como a Dilmacoin, Ecochain, Auctus e muitas outras. Comente aí embaixo qual criptomoeda você considera ser a mais promissora.


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