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Você tem joias ou dinheiro guardado no banco? Essa história vai fazer você querer tirar o dinheiro de lá.

Em 2011, alegadamente com ajuda de funcionários do banco Itaú, bandidos roubaram 170 cofres de uma agência na Avenida Paulista em 27 e 28 de agosto.

O juiz Rafael Henrique Janela Tamai, da 4° Criminal da Barra Funda, estimou que os valores roubados estão entre 250 milhões de reais e 500 milhões de reais. Isso transforma o roubo do Itaú no maior da história, superando até mesmo o furto ao Banco Central em Fortaleza, no qual foram levados 248 milhões de reais e virou até filme.

Em reportagem para o jornal da Agora, foi revelado que em só o conteúdo de dois cofres roubados valeriam em conjunto cerca de 12 milhões na época. Em um deles havia um estojo de prata e marfim do século XVIII, cravejado de rubis e dentro do estojo 33 diamantes.

Doze assaltantes invadiram a agência se passando por funcionários no dia 28 de agosto de 2011, renderam um vigilante, que liberou o acesso ao subsolo – onde estavam os 400 cofres particulares.

Itaú não tinha controle dos bens guardados nos cofres

Para ter acesso aos cofres era preciso pagar R$850 por semestre, o depositário teria acesso quantas vezes quisesse ao espaço durante a semana. O local era extremamente vigiado e contava com alarmes e câmeras. 

Contudo, aparentemente, os assaltantes sabiam quando o alarme estava desligado e souberam quais cofres tinham joias e dinheiro.  

“Os ladrões sabiam que os alarmes estavam desligados. E também só abriram os cofres que tinham joias e dinheiro. Perdi, entre outras pedras preciosas, um diamante de 15 quilates que vale 3 milhões de reais”, disse um cliente à reportagem do jornal Agora à época.

Os clientes também informaram que o Itaú não perguntava o que era guardado, portanto, você poderia colocar até mesmo itens ilícitos dentro que eles não saberiam.

Por não saber o que havia no banco e por conta do contrato que só cobria R$15 mil em caso de furto, o STJ decidiu que o Itaú só deverá pagar o valor definido.

Bitcoin resolveria isso

Diferente de cofres físicos em bancos que possuem vários pontos de falha, a segurança do Bitcoin se baseia em criptografia pura e simples. As desvantagens silenciosas de uma solução centralizada para armazenamento de grandes valores são diversas.

Grandes casos como esse mostram que a sensação de segurança em pagar altíssimas taxas de serviços são apenas ilusórias. A própria falta de privacidade em compartilhar informações pessoais e atrelar riqueza ao seu nome ao contratar o serviço é problemática.

O que os clientes ganharam em troca por confiar em serviços de custódia de banco? Itens roubados e 15 mil reais. Mas já está se tornando uma tendência guardar valores em criptoativos, pelos benefícios enxergados na tecnologia descentralizada.

Com a matemática não tem o que se discutir, um ataque de força bruta contra uma carteira de bitcoin é completamente inviável. Restando apenas o ataque físico contra as senhas que asseguram a propriedade das moedas, como já explicamos no artigo “Conheça o ataque de $5 que pode sumir com seus bitcoins para sempre“.

Mas existe até mesmo uma forma de se manter completamente protegido de qualquer tipo de ataque de forma definitiva, basta uma boa memória e a boca fechada. Imagine que alguém comprasse Bitcoin usando uma exchange descentralizada, e os transferisse direto para uma brainwallet sem contar para ninguém. Essa pessoa de fato teria o cofre perfeito sem gastos com custódia, contratos e seguros.

Além disso, o Bitcoin é aceito em praticamente todos os países e tem uma cobertura mundial de satélites que permitem a verificação offline de transações. Perfeito para qualquer cidadão global.

Veja como comprar grandes quantidades de bitcoin: Mercado Balcão de Bitcoin (OTC) – Veja o que é

Itaú persegue usuários de Bitcoin

O banco é também conhecido por suas práticas abusivas contra usuários, empresas e até mesmo familiares de usuários de criptomoedas. É o caso do ativista político Daniel Fraga que teve as contas bloqueadas em 2015:

O maior banco privado do Brasil já declarou oficialmente que não abre contas para empresas e usuários de bitcoin. Especialistas acreditam que o banco teme ser substituído pelos novos meios de pagamento, mais seguros e que não precisam da confiança em terceiros.

Tentamos entrar em contato com o Itaú, mas a página de imprensa mostra um telefone que não existe.


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