A Blockstream acaba de completar mais uma série de investimentos levantando US$210 milhões (~R$1.1 bi) para criar os próprios chips para mineração de Bitcoin. 

A empresa de private equity Baillie Gifford e a iFinex, controladora da Bitfinex, participaram da rodada com outros investidores não revelados. 

“Temos um enorme respeito pelos fundadores e pela equipe de gestão da Blockstream. Acreditamos que sua rede de liquidação de ativos e títulos baseados em bitcoin tem o potencial de transformar o design e a operação dos mercados de capitais.”

– afirmou o fundo de private equity. 

Entrando no mercado de mineração

De acordo com Samson Mow, chefe de estratégia da Blockstream, os fundos serão usados para melhorar as operações de mineração. A Blockstream já tem uma instalação para mineração de bitcoin, ela vende o espaço e a expertise técnica para investidores qualificados que desejam adentrar na área de mineração mas não contam com know-how ou espaço. 

No começo do ano a companhia adquiriu a israelesense Spondoolies, empresa que desenvolve máquinas específicas para mineração de bitcoin. 

“Estou confiante de que seremos capazes de trabalhar juntos para obter maior eficiência em ASICs e nossa capacidade de minerar Bitcoin.” – disse Mow.

Mercado está aquecido

Com a alta superior a 500% no preço do bitcoin e o banimento de mineradores chineses no segundo trimestre de 2021, os incentivos para a entrada de novos mineradores aumentaram.

Contudo, com a falta generalizada de chips de silício muitos mineradores tiveram que colocar máquinas menos eficientes para minerar. 

A entrada da Blockstream no mercado criará outra competidora de peso, que já atua na criação de sidechains, satélites e outros serviços para o BTC. 

Saiba mais sobre a mineração de Bitcoin no podcast “O jogo da Mineração”:

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