A Genesis Mining em parceria com o Instituto de Pesquisa da Suécia vão transformar o excesso de energia das mineradoras de bitcoin em calor para ajudar na climatização de estufas e gerar alimentos para os mercados locais.

O projeto visa abordar preocupações em relação ao desperdício de energia das mineradoras de criptomoeda, enquanto ajuda o governo sueco em sua meta de aumentar a auto-suficiência do país, em vez de confiar em importações.

“Um data center de 1MW poderia aumentar a auto-suficiência local em até 8% com produtos competitivos no mercado”

– afirmou Mattias Veesterlud, pesquisador sênior no Instituto de Pesquisa da Suécia.

As mineradoras de bitcoin ficarão acopladas ao lado de estufas e serão conectadas com um duto, permitindo que o excesso de calor e energia flua para a plantação. 

Projeto de Greenhouse da Genesis Mining - Minerado de bitcoin
Projeto de Greenhouse da Genesis Mining – Minerado de bitcoin

“Para o clima frio no norte da Suécia, nossos cálculos mostram que uma estufa de 300 m2 pode ser facilmente aquecida com um recipiente de 550 kW, mesmo com temperaturas ao ar livre que chegam a quase -30°C. Mas o potencial é muito maior do que isso. A diferença de temperatura sobre a estufa está neste cálculo apenas 10 graus desde que assumimos uma temperatura de saída dc de 35°C e uma temperatura gh de 25°C. Se a saída DC for aumentada para 55°C, então a área de GH pode ser triplicada para 900 m2.” 

– concluiu Andreas Johansson, professor da Universidade Técnica da Luleia. 

Os projetos já estão em construção e teste, com algumas mudas já plantadas.


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Plantas aquecidas pelo Bitcoin
Plantas aquecidas pelo “calor do Bitcoin”

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